quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ESTA PODE SER A HISTORIA DE QUALQUER SITIO DO PAIS

Leiam esta historia e depois vejam se vos faz lembrar algo

Isto podia ser uma história infantil, mas contada aos miúdos antes de eles dormirem, só faria com que tivessem pesadelos durante a noite.

Era uma vez uma abelha de quatro bicos, muito rezingona, que estava sempre contra tudo e contra a abelha rainha de quatro riscas, que por sinal, ate era da mesma colmeia familiar.
Esta abelha de quatro bicos tinha, e ao que parece continua a ter, o hábito de furar as regras das bebidas melosas, e em vez de absorver mel, adorava encharcar-se de sumo de cevada.
Estas peripécias diárias, faziam com que ela ainda fosse mais rezingona e contundente nas suas críticas chegando ao ponto de um certo dia agarrar na sua vestimenta e a entregar ao fundo das escadas que dão acesso à corte da abelha rainha de quatro riscas, querendo inclusive abandonar a colmeia. A abelha rainha de quatro riscas, não querendo perder uma das abelhas mais antigas do reino e que ate tinha alguma inteligência, resolveu demove-la da sua atitude, e fez cumprir um velho ditado popular, que diz,não os consegues derrotar, junta-te a eles.

Essa abelha de quatro bicos, deixou de ser rezingona e foi-lhe dada uma vestimenta nova, agora com duas riscas em vez dos quatro bicos. Por sinal muito mais bonita e confortável, porque desde esse dia, nunca mais ela foi rezingona.

Alguns anos depois e muitas luas passadas, a abelha rainha foi substituída, e imaginem lá por quem…….pela abelha de duas riscas, que entretanto já lhe tinha sido dada mais uma risca, e agora chegaria a abelha rainha com quatro riscas.
Afinal ser do contra há alguns anos atrás, foi compensado. Digamos de passagem que esta abelha enquanto teve menos de quatro riscas sempre foi importante para a manobra de laboração dentro da colmeia, pelo menos nunca lhe foram apontados erros, mas como se diz por ai, quem nada faz, nunca erra e é sempre bem visto.
Talvez por isso fosse a abelha com mais capacidade para substituir a antiga abelha rainha, ate porque partilhavam a mesma corte há já algum tempo e falariam a mesma língua.
Coisa que se veio a revelar, não ser bem assim. E não se esqueçam que tudo isto começou com uma entrega de vestimenta ao fundo de umas escadas.

Após várias peripécias durante o reinado desta nova abelha rainha de quatro riscas, vem o final de mais uma época de colheitas do pólen, e todas as abelhas se reúnem numa festa para comemorar mais um ano cheio de bons resultados.
Só que o pior aconteceu….como estava previsto algumas abelhas trabalhadoras resolveram activar os seus ferrões e lançaram a confusão.
No meio dessas abelhas, houve uma que se destacou pelo seu comportamento muito parecido ao de uma abelha que há alguns anos atrás tinha entregue a sua vestimenta e virado as costas à colmeia.
Pois é, uma das abelhas, com cevada a mais e pólen a menos, resolveu também ela, entregar a sua vestimenta, esta de dois bicos, à abelha de quatro riscas, mas com algumas agravantes injuriosas de alguma gravidade. Ou seja, o ciclo repetiu-se passados uns anos, apenas com uma diferença, desta vez a abelha rezingona foi posta de lado e deixou de contribuir para a laboração da colmeia, mas…….. apenas durante alguns tempos.
Parece que esta abelha afinal, e por ter seguido as pisadas da outra abelha, foi perdoada e poderá voltar um dia à sua laboração, desta vez esperemos que labore mais com o pólen do que com a cevada. Ou será que estamos a assistir a uma nova historia igual??????
Será que daqui a algum tempo este tipo de abelhas rezingonas e que andam sempre a desgostar da sua vestimenta ao ponto de a entregarem estarão presentes na corte presidencial da colmeia??? Pois a historia mostra que sim, quem não quer mais a sua vestimenta, ganha uma nova, desta vez com riscas, no lugar dos bicos.

Com tudo isto, parece que a colmeia começou a secar, e a laboração do mel já não é o que era, havendo no seu seio muitos problemas de imparcialidade, porque agora, anda toda a gente a querer vestimentas novas à semelhança do que foi feito anteriormente. Isto vai levar com certeza à falência técnica da colmeia, porque com tanta despesa em vestimentas, a estabilidade financeira não vai aguentar. Abrindo-se a excepção a uma abelha, não mais se pode voltar atrás, e todas as outras abelhas merecem o mesmo tratamento.
Só há um rumo a seguir, a mudança da rainha.

Há muita gente agarrada ao poder sem ter mérito para isso, muitos ministros incompetentes, muitos autarcas bananas, muitos favores por baixo das mesas, muita corrupção por esse pais fora, desde S. Bento a alguidares de baixo.
Como em tudo na vida, os favores e as amizades fazem os incompetentes parecer doutores, e os bons parecer crápulas.

Isto é tão grave que chegou às colmeias, estamos perdidos, um dia destes não temos mel para adoçar a boca.

Bons sonhos meninos...

Rui Silva

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sábado, 16 de maio de 2009

É SÓ SANTOS DESTES QUE HÁ NO LARGO DO RATO E EM S. BENTO?

terça-feira, 12 de maio de 2009

SÓ GENTE "MUITO SÉRIA"?

O procurador-geral da República determinou hoje a abertura de um processo disciplinar ao presidente do Eurojust, Lopes da Mota, sobre as alegadas pressões feitas aos dois procuradores responsáveis pelo "caso Freeport".

A decisão foi divulgada após uma reunião de várias horas do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP), em Lisboa.

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sábado, 4 de abril de 2009

PORTUGAL...


Clique na imagem para
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Este editorial do Público de ontem, da autoria de José Manuel Fernandes é a melhor explicação para a perseguição judicial de que foi alvo: elenca em três colunas, alguns dos maiores problemas que Portugal enfrenta com esta gente que nos governa.


O poder real e efectivo não gosta destes editoriais porque lhe mostra que vai nu. E o único pudor que esse poder tem, é o das aparências.

Ultimamente, tenho reparado que os jornais andam mais atentos à realidade, com incidência correcta nos fenómenos judiciais e com apreciações críticas mais aperfeiçoadas.

Será fenómeno passageiro?

José

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sexta-feira, 27 de março de 2009

JOSÉ SÓCRATES «É CORRUPTO»



A TVI transmitiu esta sexta-feira o áudio do DVD que está em posse do Serious Fraud Office e que levanta suspeitas face ao papel do actual primeiro-ministro português na aprovação do Freeport.

Na gravação, ouve-se as explicações de dois responsáveis da firma Smith&Pedro (Charles Smith e João Cabral) a Alan Parkins, administrador da Freeport, que quis saber onde foi parar uma elevada quantia de dinheiro da empresa, e porque é que a polícia investigava o negócio de Alcochete.

A gravação foi realizada por Parkins. No documento, Smith alega que foram pagos subornos a Sócratres para garantir o licenciamento e construção do Freeport de Alcochete.

«Este tipo, Sócrates, no final de Fevereiro, Março de 2002, estava no Governo. Era ministro do Ambiente. Ele é o tipo que aprovou este projecto. Ele aprovou na última semana do mandato, dos quatro anos. Em primeiro lugar, foi suspeito que ele o tenha aprovado no último dia do cargo... E não foi por dinheiro na altura, entende? Isto foi mesmo ser estúpido», alega Smith.

O escocês afirma o que o dinheiro foi pago já depois da aprovação, para garantir a continuidade do projecto, e que a Smith&Pedro serviu de elo entre a Freeport e José Sócrates.

«Nós fomos o correio. Apenas recebemos o dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo do homem», afirma Smith na gravação, explicando que a elevada quantia em causa foi paga em diversas tranches de poucos milhares de euros ao longo de quase dois anos.

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

MAIS DA CORJA...


Isabel dos Santos, filha do Presidente angolano José Eduardo dos Santos, entrou no capital do Banco Português de Investimento, adquirindo ao Banco Comercial Português a posição de 9,69 por cento que este detinha no capital do BPI.
As acções estão a preço de saldo e, com as ajudas concedidas pelo Governo de José Sócrates com o dinheiro de todos nós, a Isabelinha certamente que vai ficar ainda mais rica
.


F.T.

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domingo, 7 de dezembro de 2008

COLAPSO

Um grande cientista, geógrafo e historiador americano, Jared Diamond, publicou, há uns anos, um formidável livro recentemente editado em Portugal (Gradiva). O título, Colapso, refere-se a uma realidade que estudou com pormenor e imaginação: há povos, países ou Estados que escolhem acabar, morrer ou desaparecer. Os Maias, os povos da ilha de Páscoa ou das ilhas da Gronelândia e populações do Ruanda contemporâneo são alguns dos exemplos. Por várias e complexas razões, tais povos, a partir de um certo momento, desistiram e caminharam direitos para o fim. Uns fizeram tudo o que era necessário para destruir ou esgotar as bases da sua sobrevivência, outros renderam-se aos inimigos humanos ou às ameaças naturais. Podem as escolhas não ser datadas e deliberadas, mas são actos de vontade motivados, talvez não pelo desejo de morrer, mas sim pela ilusão de outra vantagem ou pela complacência com que se vive uma circunstância conhecida.

Esta semana foi fértil em situações e acontecimentos que sugerem o colapso, tal como Diamond o estudou. A analogia pode parecer forçada. Os processos históricos demoram séculos, aqui estamos a falar de anos. Aqueles dizem respeito a povos inteiros, aqui referem-se instituições ou regimes. Mas o paralelo é irresistível. O Parlamento português, por exemplo. Tem vindo gradualmente a falhar os testes de prova de vida. Dá de si uma imagem confrangedora de ignorância e incompetência. Obriga os seus deputados a abdicarem da liberdade e da independência. Aprovou por unanimidade diplomas recheados de inconstitucionalidades. Transforma o orçamento de Estado numa futilidade adjectiva. Faz seu o confronto que o PS deseja criar com o Presidente da República. Cauciona a abertura de uma crise institucional, inventada por motivos menores, sem se preocupar com os efeitos nefastos do seu comportamento. Caminha cegamente para as trevas exteriores. Tal como os Vikings das ilhas da Gronelândia, não percebe que já não é útil e que, por este andar, é dispensável. E não entende que o seu fim pode já ter começado.

O PSD continua a dar exemplos de preparação para o suicídio. As mudanças sucessivas de presidente nada adiantaram. Manuela Ferreira Leite não conseguiu pôr o partido em ordem. Poucos meses bastaram para que os seus rivais criassem a desordem habitual. Creio que não existe, na recente história política portuguesa, nenhum caso onde sejam tão frequentes a mentira e a traição. Onde a luta fratricida atinja os cumes do assassinato velhaco. Onde o maior prazer é a derrota dos amigos. Onde a maior festa é a morte dos correligionários. No Parlamento, esta semana e a propósito de uma votação relativa aos processos de avaliação dos professores, as faltas de trinta ou quarenta deputados fizeram com que a oposição perdesse e o governo ganhasse sem mérito nem justa causa. Pode pensar-se que foi preguiça, afazeres, negócios ou prazer. Eventualmente vingança ou vontade de criar o caos. Mas tudo isso, por parte ou atacado, configura a indiferença. Eles estão-se simplesmente nas tintas! E, tal como os habitantes da ilha de Páscoa, não sabem que estão a escolher a morte. Se fosse só a deles, não se perderia grande coisa. Mas também pode ser a do Parlamento.

O regime democrático português é frequentemente elogiado. Ou antes, foi. Instalou-se em poucos anos. Tem resistido à prova do tempo. Já foi considerado o bom aluno da Europa. Há mesmo quem pense que foi a primeira revolução democrática a preceder todas as outras de Leste e alhures. Na verdade, não foi. Terá talvez sido, com as suas ilusões absurdas, a última revolução socialista, mas é indiferente. Nesta democracia que já foi exemplar, as recentes agitações financeiras abriram definitivamente uma ferida tão repetidamente mencionada mas raramente concretizada: a da promiscuidade. Infelizmente, os costumes locais não fazer a distinção entre fraude, corrupção e promiscuidade. Para muitos, é a mesma coisa. Ora, não é. A promiscuidade entre a política e os negócios pode ser perfeitamente legal, mas pode matar um regime. Pode levá-lo ao colapso, mas legalmente. A política como fonte de acumulação primitiva de uma classe recém-chegada pode utilizar apenas meios legais ou, no máximo, não recorrer a ilícitos. Até porque os verdadeiros patrícios do regime português têm sabido fazer as leis capazes de sustentar as festividades.

A sucessão de casos que envolvem grandes recursos financeiros, enormes obras públicas e colossais adjudicações sem concurso tem vindo a criar mal-estar e a mostrar as fragilidades do regime. A revelação das galáxias empresariais torna evidentes ligações insuspeitas entre partidos e empresas. Mas também o seu tutano, aquela área feita ora de luz, ora de sombra, onde se ganham eleições, se fazem negócios, se recrutam quadros e prestam favores. Ou aquele espaço intersticial onde se acumulam riquezas e fazem reis. As lutas intestinas de um banco, as rivalidades agressivas entre outros, as fraudes cometidas por um e a falência iminente de outro tiveram um denominador comum: a presença directa ou indirecta do Estado no capital, no negócio, na estratégia, no salvamento, na recuperação ou no amparo. Antes, durante e sobretudo depois das crises. Se o que estivesse em causa fosse só o papel do Estado, talvez houvesse razão e desculpa. O problema é que apareceram os rostos áulicos, com nome e currículo, dos que ora agem pelo Estado, ora por si próprios, ora por mandantes. O facto, em vez de sublinhar a força do Estado, põe em relevo a sua fragilidade e o modo como se deixou apoderar pelos predadores do regime. E exibe os circuitos do Jogo da Glória, ou do Monopólio, por onde circulam os novos Barões. Banca, energia, obras públicas e telecomunicações: parecem ser estes os territórios preferidos dos grandes partidos do regime. É possível que a maior parte dos homens de que se fala hoje não tenha cometido um só crime. É possível que não tenham tido, jamais, um comportamento ilícito. Mas tal se deve ao facto de as leis permitirem que se faça o que se faz. Até porque foram eles que as fizeram.


António Barreto
PÚBLICO
7 de Dezembro de 2008

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

MAIS UMA DA CORJA DE VIGARISTAS ...

terça-feira, 18 de novembro de 2008

MÁFIA SOCIALISTA ...

O objectivo agora é trocar formalmente as informações recolhidas, de forma a perceber se houve ou não o pagamento de luvas milionárias – estimadas em quatro milhões – pelo licenciamento de construção do empreendimento Freeport, em Alcochete, decidida no último Conselho de Ministros do governo de António Guterres e quando José Sócrates era o titular da pasta do Ambiente.

Correio da Manhã


Este caso, com longuíssimas barbas, que já deu origem a processos judiciais contra o jornal que o divulgou e contra o agente da judiciária que alegadamente forneceu a informação, que motivou um desmentido inédito da polícia judiciária e que tem mais algumas doses de folclore tem de ser esclarecido - por um sistema de justiça habitualmente pantomineiro quando se trata de gente importante - muito rapidamente!
São demasiadas as situações que envolvem o engenheiro em actividades ou situações obscuras e incompatíveis com quem ocupa cargos de poder!!!

L.

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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

JUSTIÇA ... DA FÁTIMA


Mais um prova que este país nunca viveu um 25 de Abril!

Portugal não é democrático, vive uma pseudo democracia, as leis são feitas à medida de cada um.

Atrevo-me a dizer que no processo Casa Pia, unicamente o Bibi será preso e os outros serão coisas levezinhas...

Agora em relação ao caso de hoje: Fátima Felgueiras foi condenada a uma pena suspensa de 3 anos e perda de mandato?!
Provou-se tudo... e é unicamente isto?
Onde é que estamos?
Como é possível que os advogados dessa senhora fossem pagos pela Câmara Municipal Felgueiras?!

Não entendo este país...
Não consigo compreender...
A verdade é que o Partido Socialista branqueou todas estas situações, já que ela fazia parte desse partido!

Viva à justiça portuguesa!


São nestes momentos que tenho vergonha de ser português, recordo-me que na República da Irlanda (quando lá estive) o primeiro-ministro irlandês, Bertie Ahern demitiu-se por terem indiciado que estaria envolvido em corrupção.
SÓ POR TEREM INDICIADO, não foi acusado!


BaBy BoY

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domingo, 2 de novembro de 2008

MAIS UMA DOS VIGARISTAS ...


Foi anunciada a primeira nacionalização de um banco em Portugal.


Há que aguardar para ver se também serão nacionalizados todos os seus ilícitos e se será o nosso dinheiro a pagar o enriquecimento daqueles que afundaram o banco em questão.
Até que o Governo esclareça detalhadamente este ponto, esta é uma nacionalização branqueadora.


Para já, fica o registo de mais uma mentira do José Sócrates e do seu governo que garantiu aos portugueses que os bancos nacionais passariam ao largo da crise internacional.
Os problemas do Banco Português de Negócios seguramente que não surgiram entretanto.
Finalmente, seria interessante apurar o que andou a fazer Vítor Constâncio para deixar esta história chegar a extremos.

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