domingo, 27 de setembro de 2009

LEGISLATIVAS 2009 PORTALEGRE DISTRITO


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1 Deputado para o PS = 24944 Votos

1 Deputado para o PSD = 15530 Votos

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

ACERTEM-LHE COM FORÇA

A distribuidora de jogos CanalPT acaba de lançar um videojogo onde José Sócrates e Manuela Ferreira Leite lutam ao soco pelo executivo português frente à Assembleia da República.



No jogo, que foi desenvolvido para correr na Net e dispensa qualquer instalação de software no computador, o utilizador pode escolher encarnar as personagens animadas do primeiro-ministro José Sócrates ou da líder da oposição Manuela Ferreira Leite.



E.I.

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

SERÁ QUE EM PONTE DE SOR O BLOCO CENTRAL COMEÇA A TOMAR FORMA?

CONCEIÇÃO RODRIGUES

É A SECRETÁRIA

DO VEREADOR SOCIALISTA

LUÍS JORDÃO


Maria da Conceição Figueira Rodrigues, advogada, ex-vereadora do município de Ponte de Sor pelo PSD, ex-Deputada da Assembleia da República na VI Legislatura, eleita no círculo eleitoral de Portalegre pelo PSD, foi hoje nomeada em sessão do Município de Ponte de Sor, secretária do vereador das obras particulares Luís Jordão.


Ponte do Sor

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terça-feira, 21 de abril de 2009

AS "PUTAS" NESTA CIDADE DE PORTALEGRE SÃO TODAS VIRGENS?

quarta-feira, 8 de abril de 2009

NÃO TENHAM MEDO DE POLÍTICOS CORRUPTOS

Caros concidadãos portugueses,

Portugal vive o pior momento da sua história, de mais de 8 séculos.
Políticos maçóns, ateus, vigaristas, sem escrúpulos, agem contra os portugueses.
Portugal é um colónia de Espanha.
Temos o pior Primeiro Ministro de que há memória.
Os portugueses sentem todos os dias na carne as políticas avulsas, aviltantes, que o Governo de José Sócrates emana.
Portugal está a ser governado pela maçonaria do GOL, ateia, que conduz o nosso País para o abismo.
Esta gente da maçonaria não tem valores para além do Poder e do Dinheiro!
José Sócrates nunca tirou uma licenciatura limpa.
Tirou-a na "farinha amparo" como disse o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa.

O Presidente da República não existe em Portugal.
Não se sabe onde está, o que faz.

Se o Prof. Cavaco Silva tivesse a perfeita noção das suas funções, teria de tomar posição, quando sabe que o Reino Unido tem o Primeiro Ministro de Portugal como suspeito de corrupção!!!
Cavaco Silva finge não saber isto.
Como se fosse a coisa mais normal um País ter o seu Primeiro Ministro como suspeito de corrupção noutro Estado!
Cavaco Silva está a desmerecer a confiança dos portugueses.
Hoje não é o Presidente de Portugal, mas uma pessoa que ocupa o lugar de PR, mas que vai perdendo a confiança do Povo, perdendo legitimidade.

O caso das pressões sobre magistrados do Ministério Público que investigam o caso Freeport é muito grave.
Cavaco Silva não comenta....
Mas atacou Santana Lopes apelidando-o de má moeda, ou seja de político sem qualidades... quando este era PM de Portugal, do seu PSD... do PSD que deu a Cavaco Silva a possibilidade de ser PM.
Com rios de dinheiro da CEE, para acabar em descrédito, com a boca cheia de bolo... e a não responder aos jornalistas.
Há que não ter medo!
Isto tem de ser alterado.
Não tenham medo como eu não tenho.
Posso ter a corrupta Ordem dos Advogados a chatear-me, a dizer a todo o Mundo que me vai fazer isto e aquilo... mas eu resisto, porque gosto de combater os corruptos e a Ordem dos Advogados é uma pessoa colectiva que devia ter a PJ a investigá-la, de alto a baixo.
A Ordem dos Advogados é um cancro, um antro do PS, uma organização que serve o Poder, como serviu no caso Casa Pia e serve no caso Freeport, serviu no caso Moderna, no caso Emeralda, no caso contra os inspectores da PJ.
Vamos resistir e mudar o sistema,!
Hoje mesmo no Perú foi condenado Fujimori, que caiu por causa de um escândalo de corrupção.
Vamos lutar em Portugal, tenha as consequências que tiver e custe o que custar.
Se deixarmos para amanhã o que deve ser feito hoje - derrubar o Governo, alterar a Constituição - estamos a hipotecar o futuro dos nossos filhos e seremos cobardes.

Por Portugal!


J.M.M.

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sexta-feira, 6 de março de 2009

ONDE ISTO JÁ CHEGOU...


As tribunas bancadas do parlamento transformadas em estádios de futebol...


É mesmo a melhor resposta que se pode dar à canalha que infesta o poder...
Estou ansioso que as atitudes de insubmissão, de desrespeito, de desobediência civil e de fim dos brandos costumes cheguem à rua.


L.

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

DA VIDA DO CHEFE DO "PARTIDO POPULAR" DA "ESQUERDA MODERADA"

Por muito que isso custe a alguns dos seus admiradores, as últimas semanas não auguram ao eng. Sócrates nada de particularmente bom.
Antes de mais, quebraram o mito da invencibilidade do primeiro-ministro, deixando-o dependente de factores que não controla e de estratégias que lhe são alheias.
Independentemente do que vier a acontecer a Manuel Alegre, o eng. Sócrates vê-se, pela primeira vez, na necessidade de negociar o seu futuro - ele que sempre fez gala em não negociar com ninguém. Pior do que isso, ao fazê-lo, é obrigado a reconhecer publicamente que parte significativa do eleitorado socialista deixou de se rever no Governo e na unanimidade do "seu" PS. Já a candidatura do dr. Santana Lopes a Lisboa é outra história. Se ele é, como alguns dizem, a "cara da derrota" do partido, o dr. António Costa arrisca-se a perder as próximas eleições para o "pior" do PSD.
Não deixaria de ser curioso que o passado, o tal passado de que o eng. Sócrates tanto gosta de falar, reaparecesse em cena e, tirando-lhe a capital, levasse com ele as ambições do seu número dois no PS. Depois de ter conseguido a proeza de ser eleito com a percentagem mais baixa de sempre, o dr. António Costa superou-se a si próprio na presidência da principal câmara do país, distinguindo-se essencialmente pela sua inactividade.
Por junto e depois de muita promessa, teve uma ideia qualquer sobre bicicletas que não chegou a pôr em prática, deixou-se colar ao projecto dos contentores em Alcântara (embora agora se tenha lembrado de umas condições de última hora) e integrou na sua equipa o "Zé", que, há uns anos, fazia por lá falta e que agora promete ser um companheiro de luxo na campanha eleitoral: para falar do túnel, claro, e do papel heróico que ele, na altura, desempenhou.
Não por acaso, o "Zé" já começou a dissertar sobre a necessidade de se unirem todos contra uma candidatura que, sabe-se lá como, parece ter hipóteses de ganhar.
Entretanto, o eng. Sócrates decidiu transformar o Estatuto dos Açores (que será votado amanhã) numa arma de arremesso contra o Presidente da República, fiado na exibição triunfal da sua força e na hipotética fragilidade do prof. Cavaco Silva.
A ideia parece que é debilitar "ainda mais" a figura do Presidente. O resultado promete virar-se contra o principal arquitecto desta portentosa táctica eleitoral.
Num ano de recessão económica, quando todos os indicadores se encarregam de desmentir o optimismo do Governo e depois de se ter perdido a conta à quantidade de "planos" contra a crise apresentados pelo primeiro-ministro, seria de elementar bom senso evitar a hostilidade de um Presidente da República que, caso o PS não se lembre, recebeu mais de 40 por cento dos votos no ocaso do cavaquismo.
Tudo indica que o eng. Sócrates não vai ter pela frente um ano fácil.


Constança Cunha e Sá
Público
18 de Dezembro de 2008

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

A CORJA NÃO TEM VERGONHA NENHUMA NA "TROMBA"

À SEXTA - FEIRA


É DIA DE GAZETA




«A Comissão do Orçamento e Finanças, agendada para as 9h30 desta sexta-feira, não se realizou por falta de quórum. Faltaram seis deputados do Partido Socialista, três do Partido Social Democrata e um do Bloco de Esquerda. Segundo a agenda da Assembleia da República estava previsto "apreciar e votar o Requerimento apresentado pelo Grupo Parlamentar do CDS-PP, solicitando a audição do Governador do Banco de Portugal, a fim de prestar esclarecimentos mais aprofundados sobre a operação de apoio financeiro ao BPP"

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

MAIS UMA DA CORJA...

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A lista dos deputados presentes no plenário de sexta-feira não coincide com a contagem feita pela mesa da Assembleia da República no início das votações desse dia, nem com o próprio resultado da votação dos deputados por braço no ar, o que sugere que houve deputados que assinaram o ponto logo de manhã para se retirarem logo a seguir.

Apesar disso, a mesa da Assembleia da República, a quem cabe fazer o levantamento dos faltosos, não tenciona comprovar por imagens o que as assinaturas escondem.
Nem o PSD o tenciona fazer, ainda que Manuela Ferreira Leite deixe claro que as faltas não justificadas terão consequências políticas.

Mas a hipocrisia vai mais longe.
Jaime Gama apercebeu-se, pela primeira vez desde que exerce o cargo de Presidente da Assembleia da República, de que há DEPUTADOS que faltam à Sexta-feira.
É estranho que alguém que convive todas as semanas com a mesma realidade só reaja quando, já depois da sua mediatização, esta chega ao cúmulo de se ter formado um sindicato de deputados com a pretenção de alterar o regimento da AR para possibilitar mais faltas.
Vem então o ralhete da ordem: vejo a necessidade básica de haver sentido do dever, cumprimento dos mandatos, assiduidade. Ser deputado não é beneficiar de um direito, é contrair um dever para com os eleitores, disse o oportuno Jaime Gama, depois de mais de três anos de sã e silenciosa convivência com as condutas que agora critica.
Não Surpreende.
Jaime Gama fez todo o seu percurso político num dos partidos ditos preparados para governar, precisamente os dois com mais faltas na fatídica Sexta-feira de um fim-de-semana que se soube prolongado.
Para estes partidos pouco importa o que se faça, importa o que se sabe.
E soube-se.
Grande chatice.


F.T.

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domingo, 7 de dezembro de 2008

COLAPSO

Um grande cientista, geógrafo e historiador americano, Jared Diamond, publicou, há uns anos, um formidável livro recentemente editado em Portugal (Gradiva). O título, Colapso, refere-se a uma realidade que estudou com pormenor e imaginação: há povos, países ou Estados que escolhem acabar, morrer ou desaparecer. Os Maias, os povos da ilha de Páscoa ou das ilhas da Gronelândia e populações do Ruanda contemporâneo são alguns dos exemplos. Por várias e complexas razões, tais povos, a partir de um certo momento, desistiram e caminharam direitos para o fim. Uns fizeram tudo o que era necessário para destruir ou esgotar as bases da sua sobrevivência, outros renderam-se aos inimigos humanos ou às ameaças naturais. Podem as escolhas não ser datadas e deliberadas, mas são actos de vontade motivados, talvez não pelo desejo de morrer, mas sim pela ilusão de outra vantagem ou pela complacência com que se vive uma circunstância conhecida.

Esta semana foi fértil em situações e acontecimentos que sugerem o colapso, tal como Diamond o estudou. A analogia pode parecer forçada. Os processos históricos demoram séculos, aqui estamos a falar de anos. Aqueles dizem respeito a povos inteiros, aqui referem-se instituições ou regimes. Mas o paralelo é irresistível. O Parlamento português, por exemplo. Tem vindo gradualmente a falhar os testes de prova de vida. Dá de si uma imagem confrangedora de ignorância e incompetência. Obriga os seus deputados a abdicarem da liberdade e da independência. Aprovou por unanimidade diplomas recheados de inconstitucionalidades. Transforma o orçamento de Estado numa futilidade adjectiva. Faz seu o confronto que o PS deseja criar com o Presidente da República. Cauciona a abertura de uma crise institucional, inventada por motivos menores, sem se preocupar com os efeitos nefastos do seu comportamento. Caminha cegamente para as trevas exteriores. Tal como os Vikings das ilhas da Gronelândia, não percebe que já não é útil e que, por este andar, é dispensável. E não entende que o seu fim pode já ter começado.

O PSD continua a dar exemplos de preparação para o suicídio. As mudanças sucessivas de presidente nada adiantaram. Manuela Ferreira Leite não conseguiu pôr o partido em ordem. Poucos meses bastaram para que os seus rivais criassem a desordem habitual. Creio que não existe, na recente história política portuguesa, nenhum caso onde sejam tão frequentes a mentira e a traição. Onde a luta fratricida atinja os cumes do assassinato velhaco. Onde o maior prazer é a derrota dos amigos. Onde a maior festa é a morte dos correligionários. No Parlamento, esta semana e a propósito de uma votação relativa aos processos de avaliação dos professores, as faltas de trinta ou quarenta deputados fizeram com que a oposição perdesse e o governo ganhasse sem mérito nem justa causa. Pode pensar-se que foi preguiça, afazeres, negócios ou prazer. Eventualmente vingança ou vontade de criar o caos. Mas tudo isso, por parte ou atacado, configura a indiferença. Eles estão-se simplesmente nas tintas! E, tal como os habitantes da ilha de Páscoa, não sabem que estão a escolher a morte. Se fosse só a deles, não se perderia grande coisa. Mas também pode ser a do Parlamento.

O regime democrático português é frequentemente elogiado. Ou antes, foi. Instalou-se em poucos anos. Tem resistido à prova do tempo. Já foi considerado o bom aluno da Europa. Há mesmo quem pense que foi a primeira revolução democrática a preceder todas as outras de Leste e alhures. Na verdade, não foi. Terá talvez sido, com as suas ilusões absurdas, a última revolução socialista, mas é indiferente. Nesta democracia que já foi exemplar, as recentes agitações financeiras abriram definitivamente uma ferida tão repetidamente mencionada mas raramente concretizada: a da promiscuidade. Infelizmente, os costumes locais não fazer a distinção entre fraude, corrupção e promiscuidade. Para muitos, é a mesma coisa. Ora, não é. A promiscuidade entre a política e os negócios pode ser perfeitamente legal, mas pode matar um regime. Pode levá-lo ao colapso, mas legalmente. A política como fonte de acumulação primitiva de uma classe recém-chegada pode utilizar apenas meios legais ou, no máximo, não recorrer a ilícitos. Até porque os verdadeiros patrícios do regime português têm sabido fazer as leis capazes de sustentar as festividades.

A sucessão de casos que envolvem grandes recursos financeiros, enormes obras públicas e colossais adjudicações sem concurso tem vindo a criar mal-estar e a mostrar as fragilidades do regime. A revelação das galáxias empresariais torna evidentes ligações insuspeitas entre partidos e empresas. Mas também o seu tutano, aquela área feita ora de luz, ora de sombra, onde se ganham eleições, se fazem negócios, se recrutam quadros e prestam favores. Ou aquele espaço intersticial onde se acumulam riquezas e fazem reis. As lutas intestinas de um banco, as rivalidades agressivas entre outros, as fraudes cometidas por um e a falência iminente de outro tiveram um denominador comum: a presença directa ou indirecta do Estado no capital, no negócio, na estratégia, no salvamento, na recuperação ou no amparo. Antes, durante e sobretudo depois das crises. Se o que estivesse em causa fosse só o papel do Estado, talvez houvesse razão e desculpa. O problema é que apareceram os rostos áulicos, com nome e currículo, dos que ora agem pelo Estado, ora por si próprios, ora por mandantes. O facto, em vez de sublinhar a força do Estado, põe em relevo a sua fragilidade e o modo como se deixou apoderar pelos predadores do regime. E exibe os circuitos do Jogo da Glória, ou do Monopólio, por onde circulam os novos Barões. Banca, energia, obras públicas e telecomunicações: parecem ser estes os territórios preferidos dos grandes partidos do regime. É possível que a maior parte dos homens de que se fala hoje não tenha cometido um só crime. É possível que não tenham tido, jamais, um comportamento ilícito. Mas tal se deve ao facto de as leis permitirem que se faça o que se faz. Até porque foram eles que as fizeram.


António Barreto
PÚBLICO
7 de Dezembro de 2008

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terça-feira, 18 de novembro de 2008

POR ESTE ANDAR, NÃO CHEGA ÀS ELEIÇÕES !

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

BURROS, BURROS, BURROS E FORRADOS DO MESMO, ESTES SOCIALISTAS ! ( II )

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