segunda-feira, 16 de maio de 2011

É O POVO PÁ!



"(...) Actualmente, num Centro de Emprego não se encontra emprego.

Encontram-se fiscalizações sucessivas, propostas formativas muitas vezes desajustadas, encontra-se trabalho quase gratuito através dos contratos de emprego-inserção, encontram-se ameaças constantes de cortes nos subsídios. Mas não se encontra emprego. (...)"

O texto integral do manifesto da iniciativa pode ser lido aqui.


“Não aceitamos que [os centros de emprego] sejam locais onde somos ameaçados, vigiados e fiscalizados como se não ter emprego fosse um crime que nos devesse ser imputado”. Higiénica, salutar, cidadã.

A segunda iniciativa dos “É o povo, pá!” teve como objectivo dar a conhecer a quem nunca esteve desempregado como funcionam actualmente os centros de emprego.

Esta seria, já foi, uma missão a desempenhar pelos média.

O termo “ataca”, emoldurado por um par de aspas cobardes, que encontramos no título «Movimento É o povo, pá! “ataca” centros de emprego», acrescenta um inesperado segundo objectivo cumprido a esta que foi uma iniciativa absolutamente pacífica: o de sublinhar as tendências da informação que actualmente se faz em Portugal.


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quinta-feira, 5 de maio de 2011

O PORTUGAL DE SÓCRATES VAI CADA VEZ MELHOR?

segunda-feira, 4 de abril de 2011

MAIS M... DE UM BOY DO PS DE PORTALEGRE

Presidente do Instituto de Segurança Social



Edmundo Martinho defende redução progressiva do subsídio de desemprego

“O subsídio de desemprego pode manter as diferenças de acordo com as idades e as carreiras contributivas, mas não deve ter o mesmo valor durante todo o período de duração”, adiantou Edmundo Martinho à margem de um encontro sobre o conselho europeu de 24 e 25 de Março, organizado pelo Instituto de Direito Económico Financeiro e Fiscal.

Questionado sobre as alterações que será necessário fazer ao sistema de protecção social de desemprego, uma das medidas previstas no acordo para a competitividade e o emprego firmado a 22 de Março entre o Governo e os parceiros sociais, o presidente do ISS defende que “alguma regressividade na capacidade de cobertura poderia ser interessante”.

“Em vez de reduzir a capacidade de proteger nos primeiros tempos de desemprego, que são os tempos mais complicados para os desempregados, poder-se-ia reduzir progressivamente”, adiantou, frisando que o subsídio de desemprego não deve funcionar como um entrave a que os desempregados regressem ao mercado de trabalho.


ONDE HÁ EMPREGO?

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quinta-feira, 10 de março de 2011

EU VOU !

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

PROTESTO


Protesto apartidário, laico e pacífico.
- Pelo direito ao emprego!
- Pela melhoria das condições de trabalho e o fim da precariedade!
- Pelo direito à educação!
- Pelo reconhecimento das qualificações, competência e experiência, espelhado em salários e contratos justos!
…Porque não queremos ser todos obrigados a emigrar, arrastando o país para uma maior crise económica e social!


Sábado, 12 de Março, às 15h

Local – Av. da Liberdade, Lisboa



MANIFESTO

Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.

Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida.

Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza – políticos, empregadores e nós mesmos – actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.

Caso contrário:

a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.

b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.

c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico.

Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal.

Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela.

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 1 de abril de 2009

DE PROMESSAS ESTÁ O INFENO CHEIO

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

LINDO...

Se for aplicado integralmente, estima-se que o plano de ocupação de desempregados desenhado pelo Governo vai implicar que até 57 mil pessoas sem trabalho não sejam consideradas desempregadas, número que deverá ser somado ao de todos aqueles desanimados que passam a ser considerados inactivos por terem deixado de procurar activamente emprego.
Ao arrepio da evidência, o Governo nega um impacto directo destas medidas nas estatísticas do emprego e a todos que, por terem trabalhado 1 hora no último período de contagem, são considerados empregados.

Mas o INE, a entidade responsável pelo apuramento dos dados oficiais do emprego, desmente e esclarece quais são os três critérios cumulativos que têm que ser observados para que alguém seja considerado desempregado. (Ler
mais aqui )

Há dias, Vieira da Silva dizia no Parlamento que o desemprego até baixou.

Pois.

Medido assim, é mesmo capaz de ter baixado.


F.T.

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