terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

67 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

arrumava-lhe uma bela queca!

terça-feira, 01 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

E a estg que qualquer dia fecha!!! (Já faltou mais) hum já faltou mais
Acabam-se os tachinhos... e não só... Vamos aguardar pela bomba

quarta-feira, 02 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

È a ESTG, e mais umas tantas coisas nesta terrinha. A começar pela Fundação Robinson, Mercado Municipal e falência total da Câmara de Portalegre!!! Isto está lindo o Mata já nem aparece e a sua vereadora kida a escaselada da dona Adelaide que va para casa é uma fraude leva o tempo a mentir promete mais que o Zé... que vergonhaaaaaaaa......

quarta-feira, 02 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Sou da geração sem remuneração
E não me incomoda esta condição
Que parva que eu sou
Porque isto está mal e vai continuar
Já é uma sorte eu poder estagiar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar



Sou da geração “casinha dos pais”
Se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar



Sou da geração “vou queixar-me pra quê?”
Há alguém bem pior do que eu na TV
Que parva que eu sou
Sou da geração “eu já não posso mais!”
Que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou
E fico a pensar,
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

quarta-feira, 02 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

A Estg tem muito poucas condições para acolher os alunos, a maioria dos e das profs não são qualificados, são sim... amigos do Romão, fazem o que querem lá dentro, tratam os alunos como se fossem gaiatos, e a baixo de cão, é pior que uma ditadura. estão todos feitos uns com os outros, e os bons profs que ensinam alguma coisa como deve de ser, estão a querer mete-los de lá a andar.
Não se aprende nada na Estg poucas são as disciplinas que se tira alguma coisa de bom.
o ministério está prestes a ter conhecimento de tudo o que se passa... que é isto e mt mais.

quarta-feira, 02 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Alguem leu a carta que uma senhora turista escreveu para o Jornal Fonte Nova?

Por desagrado com a visita a Portalegre deitou a Camara a baixo.

quarta-feira, 02 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Então e da Monfortense que foi assaltada em plena cidade de Portalegre?

Deslocou-se á Policia e estes belos agentes não quiseram e não fizeram nada.

VERGONHA

quarta-feira, 02 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Estg? Ainda lá dá aulas um brasileiro analfabeto que dizia ser «engenheiro» mas que nunca fez prova disso?

quarta-feira, 02 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Uma turista q escreveu uma carta para a Fonte Nova?

Mas alguém deste blog ainda consegue ler esse pasquim?

quarta-feira, 02 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Filhos da puta... É por isto que esta terra não se desenvolve, com nojentos como estes, que aqui escrevem...Só sabem inventar boatos e difamar a cidade de Portalegre. Vão-se embora desta terra, cambada de frustrados. Portalegre dispensa a vossa presença.

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Os comentários falsos e difamatórios que aqui se escrevem, nota-se a milhas que são feitos pela pior peste desta terra...xuxalistas frustrados que teimam a todo o custo barrar o desenvolvimento desta cidade. Cambada de bêbados da laia do Simplício e do Ceia da Silva. Portalegre só poderá desenvolver-se quando desistirem de andar aqui a conspurcar a cidade. Vão difamar as putas das vossas mães.

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Querem empregos xuxalistas de merda? Seus frustrados inúteis... Para isso atacam a cidade, para ver se conseguem alguns tachinhos...O vosso objectivo é só conseguir tachos, barrando o desenvolvimento desta cidade, para ela voltar a ficar estritamente nas vossas mãos...nas mãos de quem a condenou no passado.

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Esse brasileiro não sei, mas á bem piores do que esse... são "quase" todos incompetentes e os que não o são vêem se embora, depois lá vai o Romão ver das suas amigas... que acabam o curso com medias da treta ou como o Sócrates aos domingos e pronto vão para estg dar aulas, pronto e assim se forma uma escola que devia de ter credencia, que devia ser chamada de superior mas que não passa de uma escola da pior espécie, que pensam em tudo menos no bem estar, e satisfação dos alunos, pois pk se n são eles a escola não faz sentido, disso é que n se lembram eles..
Enfim... 90% do corpo docente daquela escola não presta... são tachos e assim se nota, que não vão tendo alunos e os que tem são dos maiores de 23 que olha aproveitam a merda de escola que ainda tem a porta de casa.
enfim...

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

está sim senhor e para ficar eheheh, viva os brazucas, esses e que precisam de emprego em portugal ahahah

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

e o zezinho ceia da silva?

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Isso...difamem a estg e tudo o resto que a cidade ainda têm...Que é para ver se Portalegre cai de vez. Filhos da p...Vão mas é pregar para outra freguesia e deixem esta cidade em paz.

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

mas a estg esta mais do que difamada... e se o está é porque eles assim o querem porque se não dessem razoes para os alunos falarem acredito que ninguém difamava ninguém, só que ao que parece ignoram o que os alunos pensam ou dizem e portanto.

A cidade não tem nada por algum motivo é e a estg a funcionar como funciona mais valia não funcionar, e os alunos estão a ver o que a escola vale e isso nota-se na afluência de pessoas inscritas nos cursos...

Avaliem os profs, façam uma selecção dos que são realmente bons e dos que n prestam para nada, como é o caso desse brazuca e outros tantos, que são apenas amigos dos amigos e estão lá, fazem o que querem, ninguém lhes diz nada porque tem as costas quentes.

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

deves ser prof na estg para estares com tanto medo... pois quem tem cu tem medo... aiai que se acaba o tacho

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

eu fui aluno dessa escola e onde poder dizer mal... digo, não sugiro a escola a ninguém.

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

A força dos Deolinda
Esta crise foi subindo os degraus da escala social e só uma minoria lhe escapa
Passado o ciclo infernal de eleições, parece que o mundo da política voltou ao business as usual. Os mesmos joguinhos de palavras, as mesmas contas de mercearia, o mesmo taticismo dos timings... No mundo real, uma espécie de universo paralelo que parece flutuar à deriva, a vida de milhões de cidadãos mantém-se exatamente naquele patamar que a ilusão do parêntesis eleitoral apagou do foco mediático: situação dramática, esperança a rasar o zero. Quando o vazio se apodera das almas, o mais certo é elas sugarem tudo o que as possa preencher.

Não se estranhe, portanto, que o novo tema dos Deolinda, estreado nos espetáculos do Porto e, este fim de semana, em Lisboa, tenha eletrizado as plateias. "Sou da geração sem remuneração/e não me incomoda esta condição./ Que parva que eu sou/Porque isto está mal e vai continuar,/já é uma sorte eu poder estagiar./Que parva que eu sou!/E fico a pensar,/que mundo tão parvo/onde para ser escravo é preciso estudar(...)" São apenas os primeiros versos de um poema imperdível, cujo sentido não pode reduzir-se ao simples exercício de retratar uma geração (mesmo quando se trata da mais qualificada geração portuguesa de sempre), mas que vai muito para além das evidências. A ironia cáustica dos Deolinda não só sublinha, exemplarmente, o tipo de sociedade que estamos a construir - com o seu cortejo de injustiças, de negação do mérito e, até, de sublimação do sonho -, como questiona, de forma implacável, o fatalismo atávico que nos caracteriza. "Sou da geração 'vou queixar-me para quê'/Há alguém bem pior do que eu na TV." É uma letra simples, mas poderosa, que o som, de raiz na música popular portuguesa, contribui para reforçar.

Estamos bem longe do acid jazz dançável com que Pedro Abrunhosa incendiou os seus concertos, na primeira metade dos anos 90, e, no entanto, há no ar o mesmo sopro. Lembram-se do popular Talvez f...? Começava assim: "Há bombas em Belfast e em Beirute/ É preciso afinar o azimute (...)" Vivíamos em plena segunda maioria absoluta de Cavaco Silva e uma crise económica e social profunda transbordara das fronteiras dos bairros sociais para os apartamentos recém-comprados da baixa classe média, exilada na periferia das grandes cidades. Junte-se a estes ingredientes uma violenta carga policial sobre manifestantes e eis o caldo de cultura capaz de transformar uma música em bandeira e a bandeira em movimento.

Hoje, já não é só da pequena burguesia urbana que nos falam os Deolinda. Esta crise foi subindo os degraus da escala social e a perceção é de que só uma minoria lhe escapa. Entretanto, foi crescendo o sentimento de que quem não está pode vir a estar. E, assim, vai engrossando o caudal de gente com amanhã incerto, tantos sem nada a perder, argamassa da revolta. Veja-se a Tunísia e o Egito - no mundo global, a génese dos problemas também é global.

Sopram os ventos da mudança e, às vezes, um pequeno rastilho chega para iluminar todo um caminho. Em democracia, como o provam as últimas presidenciais, é possível lançar alertas. Só a cegueira não percebe a insatisfação e o desencanto. A arte dos Deolinda traduz o som (ainda) abafado em muitos corações. E por isso tem tanta força.

A.S.

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Tanto campo que há aí para trabalhar quem queira

Há bocado via um na rtp a queixar-se de não ter emprego porque fez relaçoes internacionais e mestrado em política comparada e muito indignado porque uma italiana lhe explicou que não tinha aptidões para o que o mercado de trabalho precisa.

Ora puta que os pariu. eu posso gostar muito de desenho, fazer um curso de desenho que já custou uma pipa de massa ao estado e ainda quero ter um prego como técnico superior de desenho numa câmara, não?

pois posso sim senhor ter um um curso de pintura, de música, de relações internacionais, de direito, daquilo que quiser e que for capaz, mas tenho de saber trabalhar e estar disposto a trabalhar, não no que me apetecia, no que gostava ou no que sonhava, mas no que a sociedade precisa, e precisamos de médico, de alguns professores, de enfermeiros, de técnicos de frio, de electricistas, de operadores de máquinas, de afinadores de piano, de ferradores de bestas, de motoristas de pesados, de canalizadores, de pintores de paredes, de quinadores, de frezadores, de carpinteiros, de restauradores, de cozinheiras, de varredores do lixo, de caixas de supermercado e por aí adiante.

mas não, estas bestas acham que porque fizeram um curso de sociologia, de educares de infância ou de outra coisa qualquer já não podem ser taxistas, vendedores de pão ou padeiros, pasteleiros, cozinheiros, electriocistas ou canalizadores.

Pois eu cá tenho um filho engenheiro que ainda não tem emprego; anda a pintar paredes que só lhe faz bem, vai também para uma oficina e não morre de fome porque faz seja o que fot, porque aos 14 anos ensinei-lhe que era preciso vergar a mola e começou a dar serventia para saber o que custa a vida e hoje faz de tudo e também é engenheiro.

Esse ainda nunca o vi queixar-se de não ter trabalho, mas os cabões todos que andam por aí não querem trabalhar, querem emprego a ganhar bem e a nã fazer nada porque foi isso que os paizinhos lhes ensinaram.

Trabalhinho não falta, é o que mais aí há, o que falta é quem o queira. Passem na Pç da República nos Gémeos e logo vêm.

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

A ESTG é o que sempre foi

Profss a usarem equipamentos da escola para negócios pessoais oú é mentira e já ninguém se lembra?

Quase todos os profs que lá estão é por vias urinárias

Quem é que não é filho de quem?

Filho do Sr A do PS, do Sr B do PSD, filha do Sr A que era lá prof mais o genro brasuca e por aí adiante

A ESTG é aquilo que é.

80% ou 90% dos docentes são aquilo que todos nós sabemos que são e agora até anda lá uma senhora ex-bancária vereadora do PSD armada a a chumbar 90% dos alunos

Aquilo é o que e é uma choldra

Nem toda a gente é incompetente mas a maioria nem habilitações teria para o mercado de trabalho nem ninguém os aceitaria a trabalhar numa empresa, mas há um amigo do outro amigo que sempre lhes arranjar um lugarito da ESTG

Deizem-se de armar em putas virgens porque estamos em Portalegre e toda a gente sabe o que foi e o que é a ESTG

Ou alguém diz o memso das outras escolas? Alguém diz isso da enfermagem? da ESE? Co Liceu ou da escola industrial? Querem ver que é embirração com a ESTG?

Vejam lá se respondem muito começamos aqui a escarrapanchar os nomes para muitos profs não ficarem só com as orelhas vermelhas

quinta-feira, 03 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

O QUE OBSERVO É O SEGUINTE. PORTALEGRE TEM A SUA IMAGEM TOTALMENTE AFECTADA POR UM GRUPO DE ANORMAIS COMO OS QUE AQUI ESCREVEM NESTE BLOG. DIZEM SER DE PORTALEGRE E NÃO FAZEM OUTRA COISA, SE NÃO FALAR MAL DA CIDADE, CÁ DENTRO E LÁ FORA. HOJE HÁ UMA IMAGEM NEGATIVA DA CIDADE POR CALÚNIAS E BOATOS... ATÉ QUANDO ESTÃO FORA DIZEM MAL DA CIDADE....MUITAS PESSOAS QUE NUNCA VISITARAM A CIDADE, JA FALAM MAL DA PRÓPRIA PQ SE TORNOU MODA...UMA MODA CRIADA E ALIMENTADA POR INÚTEIS COMO VOCÊS QUE ALEM DE NÃO CONTRIBUÍREM EM NADA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CIDADE, A QUEREM PREJUDICAR DESTA FORMA....É UMA BOA PROPAGANDA...CONTINUEM A FALAR MAL, SE QUIZEREM QUE PORTALEGRE CAIA DE VEZ. E DEPOIS VENHAM NO FUTURO QUEIXAR-SE EM BLOGS, SE HOUVER AINDA PORTALEGRENSES PARA O LER.

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

A falta de investimento publico e privado em Portalegre, deve-se aos Portalegrenses. Quando cá vem por exemplo, planear a construção da AE, os portalegrenses dizem logo que não, que Portalegre é pequena, não merece uma AE. Quando querem construir um shopping, os portalegrenses dizem logo, não, a cidade não merece um shopping. Quando querem construir alguma obra de importante valor, os portalegrenses dizem logo, não não, Portalegre não pode ter obras tão grandes assim....e assim vai a nossa terra. O objectivo parece ser que Portalegre esteja isolado para que vocês campónios aqui continuem como protagonistas, como se fosse um grupo ou uma tertúlia de um grupo restrito de amigos...Olham para Portalegre como fosse uma quinta privada, onde não é bem vindo o desenvolvimento para assim continuarem sozinhos e isolados a fazer as suas figuras tristes do dia a dia à sua inteira vontade.

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Quando não há apatia nesta terra, fala-se mal...assim são os Portalegrenses! É como aquele grupo de pessoas que foram fazer "segundo julgo" uma manifestação pelo encerramento do ramal de Cáceres. Quando ouvi na comunicação social que iam fazer um "protesto", fiquei admirado...Mas quando vi na televisão e jornais, observei que era mais um gesto ridículo à portalegrense....Um grupo de anormais muito sossegadinhos, com um ar muito contente nas trombas a posar para a fotografia com sorrisos de orelha a orelha e de máquina fotográfica na mão...claro, iam passear, seria um dia de comprinhas e passeio por Lisboa! Foi uma boa manifestação...Tou a olhar para as fotos e se não houvesse legendas, diria que a mensagem era "Obrigado por encerrarem o Ramal de Cáceres"!

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Já ouvi falar dessa sra ao que parece essa Fernanda Policarpo que chumba a malta toda mas la dentro tem medo dela, ate os grandes... porquê não sei, quando as aulas dela são a falar de politica e de Nisa, fazem queixas e essas ficam de baixo das folhas que estão lá a anos?? as queixas tem que ser feitas nestes sítios para que todos saibam o que aquilo é, porque aquilo la dentro e uma ditadura,andam alunos anos a tentar fazer as disciplina enquanto não se lembram de mudar o prof...

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

mas a estg é desenvolvimento para alguém?? a estg não tem quase alunos, precisamente pk os alunos são tratados a baixo de cão, ali contam os tachos e a terrinha santa de Nisa da policarpo e o seu PSD mais nada, e quem diz a policarpo diz a cristininha, o brazuca e por ai fora...

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

pior que isso é que o presidente não quer saber, não está minimamente preocupado com a situação desta escola, ponham o Romão, família, amigos e companheiras de bordo dali a andar.

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

E quem sai formado do IPP mal sabe escrever.....muito mal preparados.
Os professores não têm qualquer categoria nem currículos que se veja.
Só cunhas e tachos!!!!

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Isso…ataquem o IPP também, que é para ver se deixamos de ter o que ainda nos resta. Divulgem por ai isso, que é para os jovens lerem e não virem para Portalegre. Vamos todos fechar o IPP! Burroooss….Cá para mim, quem ataca o IPP, deve ser os mesmos que proíbem de fazer escolas em Portalegre. Tem dor de cotovelo porque são burros e analfabetos e tem medo que venham para aqui jovens estudar e quem sabe, roubar os vossos TACHOS. Porque só estão preocupados nisso….Vamos falar mais mal do que??? Há mais alguma coisa importante em Portalegre que possa ser atacado? Não? Então vamos atacar coisas que podem vir para cá, como a escola da GNR, o Golf e outras coisas….Assim ficamos já descansados. Nojentos, é só o termo que me ocorre para vos classificar.

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

não digas asneiras, quem está a falar do ipp sabe do que fala, Á COISAS QUE tem que se mudar e se não falarmos, então e que ninguém sabe, no que depender de mim vou fazer vou sempre dizer a verdade e se me perg se isto é bom é obvio que não vou dizer que sim, então façam alguma coisa, alguém que se preocupe em manter a escola mudando os maus hábitos e os profs incompetentes e sem qualificações que lá dão aulas e dêem mais importância aos alunos que é por eles que a escola existe.

Tudo isto está nas mão do presidente do ipp fazer ou não alguma coisa, mas garanto que continuando assim a escola não se faz lá velha.

fazem-se queixas, ignoram-nas, se não as ignoram, nunca mais passam quem as fez, e quando dão resposta o prof tem sempre razão.

A escola não basta existir tem que saber existir e não tratam com respeito os seus alunos que são a razão da sua existência.

Eu não queria que a escola fechasse de maneira nenhuma mas os alunos não são respeitados a escola é uma bandalheira ninguém vê as estatísticas??? as notas?? em que em 100 alunos passam 3 ou 4?? será o problema de 100 alunos?? ou da/do prof que não explica e se esta a cagar para os alunos e ainda os ameaça se forem feitas queixas??? hum?? ah pois, não basta existir....

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Não faço parte do IPP, mas os problemas que fala, são os mesmos que se passam no politécnico de C.Branco, no de Beja, etc. etc. Se há poucos estudantes, é o espelho do que se passa em todas as universidades do interior. Em Portalegre são 3mil alunos...para não falar do número de funcionários que ai trabalham e nas receitas indirectas para todos nós...para o comércio, restauração, etc. Mais de 20% da população da cidade está ligada directamente ao IPP. Alem disso, o IPP é uma fonte impulsionadora para a nossa cidade, na criação de mão-de-obra qualificada, atracção de empresas e na área de projectos inovadores como o ICTVR, energias renováveis e outros. Acredito que possa haver problemas lá dentro, mas acho que esta não é a forma correcta de resolve-los. Temos que defender o nome da nossa cidade e não andar a fazer propaganda para afugentar investidores e pessoas que para aqui pretendam vir.

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

então como fazemos???
aceitam-se sugestões já aqui foi dito que ignoram as reclamações, e que quando não as ignoram quem as faz bem que pode lá andar uns aninho que essa pessoa nunca mais passa a essa cadeira, a solução será difamar é atitudes desesperadas... acredito.

Não os outros institutos tem problemas sim... mas nada comparado coma estg, alias não precisamos de ir mt longe, ouve-se falar da ese?? esae?? enfermagem??(se bem que esta tb tem que se lhe diga) mas pronto... Não pois não?? ah pois é pk será que só se ouve falar na estg???

onde á fumo á fogo, algo se passa e para varia ninguém quer ver isso, o que acontece e que sofrem se as consequências não a alunos... e vamos ver o quê mais.

A estg é mais do que uma ditadura, mas do que uma escola, mais de uma casa de tachos, amigos e famílias.

sou ex. aluno e pelo que vejo a estg continua na mesma... Não muda...

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Isso são problemas internos deles. Pode ter esses podres todos, mas ainda é a principal escola do IPP. A que tem a maior dimensão e vejo muitas coisas boas lá, como a boa oferta de cursos. Difamem o incompetente do presidente do IPP, o Mourato, esse sim tem razões para ser difamado, agora não difamem a escola.

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

bons curso??? quais bons cursos?? que cursos bons é que aquilo tem?? tinha se tivessem bons profs a leccionar, pois... A competência dos profs e o que fazem aos alunos, são coisas impensáveis, que num regime em que estamos ou devíamos estar estas coisas n deviam acontecer e sim quem tem culpa primeiro que tudo e o DR Mourato, que deixa o romão mandar e desmandar, e que põe la quem ele quer a dar aulas, independentemente de terem competências para o fazer ou não, isso algum dia tem que acabar quer seja a bem quer seja a mal.

são podres sim e que tem que vir ca para fora, e para que cada um que pensa para lá ir pense duas vezes, aquilo não presta lixam o pessoal, porque são uns frustrados.

O Dr. Nuno acho que ja tinha tomado providencias, ja tinha pelo menos tentado perceber o que se passa...

Mas pronto deixemos os gajinhos trabalhar, denegrir a cidade, a escola e o que de bom poderia haver em ptg.

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Esse Mourato têm muito que se lhe diga e sei do que falo. Não corram com ele do IPP, que depois queixem-se. Não sei como colocaram um incompetente como esse a presidente...e isto nao vêm de agora, porque ele controla o IPP ainda do tempo do Dr.Oliveira.

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

eu não sei de quem é o problema mas já que, SE sofrem represálias quem reclama ao menos que leiam todos estes coments e façam alguma coisa pelo bem da escola, enquanto é tempo.

vejam as pautas e confrontem os profs.

vejam as estaticistas...

não sei façam qualquer coisa... MAS VEJAM

sexta-feira, 04 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

«Claro que a gente de 30-35 anos não arranja emprego e claro também que, em parte, a "corrida suicida ao consumo" desencadeada pelo "euro" é responsável por isso. Mas talvez seja bom notar que já havia sinais da "geração sem remuneração" por volta de 1990 e que essa "geração", como representada por exemplo, pelos Deolinda, saiu da Universidade - o vocabulário que usa e as queixas que faz não enganam ninguém. Não se trata aqui daqueles que se perderam pelo caminho ou que não passaram do 12.º ano. De quem se trata é das dezenas de milhares de licenciados, de "mestrados" e até doutorados sem trabalho, que vêem hoje correr a vida, no mais puro desespero e na mais patética impotência. De quem é a culpa deste desastre? Do défice e da dívida? Da estagnação económica? Duvido. Desde Cavaco (Roberto Carneiro) a Guterres (Marçal Grilo) que o ensino foi, como se dizia, "a prioridades das prioridades". O Governo e o Presidente da República não se calavam. O "capital humano" era o nosso grande capital e bastava "investir na escola" para desenvolver Portugal e o tornar feliz. E, de facto, Roberto Carneiro e Marçal Grilo inundaram com zelo o que eles, no seu calão, costumavam chamar "o sistema de ensino". Deixemos de parte a questão da qualidade, que põe outros problemas. Basta observar que nenhum destes génios se preocupou com uma pergunta básica: existia ou não existia mercado para os "produtos" do "sistema de ensino" e nomeadamente da Universidade? Não existia, e nem o fanático mais feroz podia imaginar que viesse a existir tão cedo.»

Vasco Pulido Valente
Público

sábado, 05 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Vc, meu caro, tal como o Pulido Valente estão a ver a coisa ao contrário!

Não foi o excesso de doutores que falhou. O que realmente está longe de cumprir o seu papel é «aquilo» que devia dar emprego e... não o dá.

O capital não precisa de licenciados. Necessita sim, de quem trabalhe com os autómatos e chips programáveis.

O capital tornou-se ele próprio num empecilho ao desenvolvimento da espécie humana. Por isso tem os dias contados. Já não há classe média que amorteça o choque entre o capital e o trabalho. Hoje há proletários de um lado da barricada e «imperialismo» do outro lado.

Por favor transmita ao Vasco Pulido Valente (se o conhecer pessoalmente) uma mensagem minha: segure-se bem à barra da cama que esta merda vai tremer por tudo o que é sitio. Pior que um terramoto!

Quer apostar?

sábado, 05 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Quando em Portugal se valorizar o mérito ao invés da cunha talvez as coisas melhorem.
É o que acontece na nossa cidade e não vale a pena atacarem a câmara há sitios bem piores só que não são tão visiveis....

domingo, 06 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

NESTE PAÍS ATÉ A SOLIDARIEDADE DOS PORTUGUESES SERVE PARA FAZER NEGOCIATAS...

Porque é que os madeirenses receberam 2 milhões de Euros da solidariedade nacional, quando o que foi doado era de 2 milhões e 880 mil?
Para onde foi esta "pequena" parcela de 880.000 € ?

A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa.

Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 + IVA.
São 0,72 no total.
O que por má-fé não se diz é que o donativo que deverá chegar (?) ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50.
Assim oferecemos 0,50 a quem carece, mas cobram-nos 0,72, mais 0,22 ou seja 30 %.
Quem fica com esta diferença?

1º - a PT com 0,10 (17 %) isto é a diferença dos 50 para os 60.
2º - o Estado 0,12 (20 %) referente ao IVA sobre 0,60.

Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou.
A RTP anunciou com imensa satisfação que o montante doado já atingiu os 2.000.000 de euros.
Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44 % ou seja mais 880.000 euros divididos entre a PT (400.000 para a ajuda dos salários dos administradores) e o Estado (480.000 para ajuda ao reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas que por lá andam).

A PT cobra comissão de quase 20 % num acto de solidariedade!!!
O Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade!!!

Só num país de pulhas e atrasados.

domingo, 06 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

«No passado mês de Janeiro, durante os quatro concertos que realizámos nos Coliseus do Porto e de Lisboa, apresentámos uma canção nova intitulada “Parva que sou”.

Esta música fazia parte de um conjunto de quatro novas canções que trabalhámos e ensaiámos com o intuito de apresentar uma delas num alinhamento especialmente feito para os Coliseus. Escolhemos “Parva que sou”, porque era aquela que tinha o arranjo terminado e porque o tema que abordava nos pareceu actual.

Durante os ensaios e até em apresentações feitas a amigos nunca imaginámos a dimensão que a sua letra poderia tomar.

Foi com grande surpresa e emoção que assistimos a uma reacção tão intensa e espontânea por parte das pessoas que estavam a ouvir uma música inédita.
Verso a verso, fomos sentindo o público a apropriar-se da canção e a tomá-la como sua. Foram 4 momentos especiais e porventura únicos de comunhão entre nós e o público.

Após os concertos, ao ver que o tema “Parva que sou” continua a ganhar vida através das redes sociais e dos meios de comunicação, não podemos deixar de demonstrar o nosso agrado em perceber que uma canção está a suscitar debate e diálogo em volta de um assunto actual e que julgamos da maior pertinência. Mais felizes ainda ficamos, enquanto músicos, ao constatar que a Música continua a ter este papel na nossa Sociedade.

Iremos em breve disponibilizar uma versão da música, gravada num dos concertos nos Coliseus, para que quem a queira ouvir o possa fazer com maior qualidade sonora.
Agradecemos todo o carinho que as pessoas têm demonstrado e o genuíno interesse da imprensa relativamente ao “Parva que sou”.

Mais não precisamos de dizer. A canção fala por si.

Ana Bacalhau / Pedro da Silva Martins / Luís José Martins / Zé Pedro Leitão»

domingo, 06 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Não precisamos de ir a câmara a estg é um caso verdadeiro disso e com isso prejudicam os alunos que lá andam e querem aprender alguma coisa, mas não ao invés disso não se explica nada nas aulas, criam-se exercícios que não sabem eles próprios resolver e depois em 100 alunos passam 2 porque será??
já agora ouvi falar de um Dr. Romacho não sei se é bom, se não, não o conheço mas ao menos dizem que explica, substituam-no pela sra.

domingo, 06 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

uma aluna adulta, não uma miúda, e que faz muitos kms todos os dias para vir ás aulas da ESTG disse-me que dessa senhora o que sabia era política da Câmara de Nisa, contada lá à maneira da senhora, mas de cálculo financeiro pouco aprendia e depois os chmbos eram superiores a 90%.
É esta ESTG que alguém aí quer defender?

domingo, 06 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Então senhores do Executivo da Câmara Municipal, não gostam de ler e ouvir verdades??? Mas ainda bem que um turista escreveu para o Fonte Nova ... pode ser que assim a Dona adelaidesinha acorde e faça algo útil ou só reparava que não existiam sinaléticas quando não era vereadora!!Agora minha querida já pode fazer alguma coisita ... Daqui nada já lá vão dois anos e o que tem feito??? A senhora é só mais uma que baba para o Mata trabalhando aqui todos os dias até me dá vómitos tanta baba por estes corredores, qualquer dia temos que vir de galochas...

segunda-feira, 07 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Está Câmara nunca esteve tão mal e com tanta gente incompetente..Mas Portalegre é mesmo isto!!! Não se avaliam as pessoas pelas suas competências mas sim pelos seus interesses pessoais... Vejam a FUNDAÇÃO ROBINSON!!! A Xanax leva o tempo a nada fazer o Camões outro sonhador que só quer o seu vencimento ao fim do mês, os Técnicos é só passear a Pretalhuda não faz nada, o panascas outro que nada faz, a Bicha , a Sara anda a ver se lhe calha algum lugarito pois do ICTVR não leva nada !!! o Luís Nogueiro é que me faz alguma confusão até tinha boa impressão trabalhou aqui nas oficinas e fez um bom trabalho mas agora leva o tempo a coçar o rabo na cadeira e a babar para o LACAIO, é uma pena que não façam uma limpeza a FUNDAÇÃO,é só deitar dinheiro fora ...

segunda-feira, 07 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Quando a maioria dos professores da ESTG são pessoas recusadas noutros sítios, que fazem doutoramentos em universidades de 3ª categoria porque as sérias não os aceitam , estavam á espera do quê? Façam concursos a sério e vão ver a qualidade do ensino a subir e o número de alunos também. Mas não é só a ESTG a padecer deste mal.

segunda-feira, 07 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

pois mas a estg e a que destoa mais das outras tds, e alias julgo que as outras escolas tem pessoas mais ou menos a altura para mexerem nos professores a primeira queixa, no entanto a estg n tem ninguém a altura para fazer isso e depois todas as queixas que la surgem são ignoiradas ou são dadas como resposta um tipo "estas lixado" nunca mais fazes a cadeira, e pronto assim vai a ESTG uma escola que devia colocar o dobro dos alunos ser prestigiada e n o é em nada pk em todo o canto de portalegre e arredores se fala mal daquilo, e dps quem quer vir para ca?? pois é.

segunda-feira, 07 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

se querem ver a estg a crescer mexam no corpo docente, ou em que lhes cobre as costas, pk se n tivesses as costas quentes como tem não faziam o que fazem.

segunda-feira, 07 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

mas os miúdos pensam exactamente a mesma coisa e esses são de fora chegam a cidade deles, tem primos irmãos etc que querem vir estudar e claro que para aqui n os recomendam...

n tirem de la esses profs Cristina, Policarpo, brasuca e companhia lda, que tem as costas tão aconchegadas que fazem o que querem da estg, que vao ver a estg brevemente a fechar as portas, depois não se queixem, foram avisados por muitos alunos e alunas e não só, mas pronto façam lá o que entendam.

segunda-feira, 07 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Eu não entendo é porque acusam tanto o Cáceres. Antes dele nem saneamento básico existia nesta cidade. Porque será que não se fala mal dos antigos bananas que esta cidade sempre teve? Simplicios e etc.? A câmara esta endividada, pois está... O endividamento desta cidade que se quer “capital de distrito” é fruto, de o Cáceres querer ter feito tudo o que os outros não fizeram ao longo de vários anos. A cidade por estar endividada não deve nada ao país que sempre nos ignorou...o país é que nos deve...e em muito!

segunda-feira, 07 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

E pelo que disse "a dona adelaidezinha" só não faz mais pq não a deixam ou seja temos uma oposição de merda, em que o que está acima de tudo é a politica e não o interesse da cidade e dos portalegrensses

segunda-feira, 07 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

de politica gostam voces de falar, falem da estg... á pessoas desesperadas com atitudes que se tomam lá dentro, falem de politica na camara, á assuntos bem graves pa se resolver na estg, estão coisas graves a ocorrer lá e que estão e vão causar danos e consequencias muito fortes na cidade, assim como para o instituto.

segunda-feira, 07 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Se há coisas graves a ocorrer na ESTG ajam em vez de andar por aqui a carpir a dores no anonimato.
Mostrem que os têm no sítio!!!!!

segunda-feira, 07 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

ja agiram, ja foram feitas queixas, mas são ignoradas e sofrem-se consequências, represálias, não me parece que tenham outra saída, segundo sei á quem esteja a tomar providencias mais além, mas para isso tem que aguardar. quem espera desespera. e aquelas sras fazem o que querem e o que não querem, que nem de a mandar embora são capaz, a sra esta colada a cadeira da estg e da câmara e das termas e do psd, coitada.

terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Soube agora que o Parque de Ciência e Tecologia que estava previsto ser construido em Portalegre vai, afinal, para Évora!!

Alguém sabe porquê?

terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Olha este com a história do parque da ciência e tecnologia! Mais outro boato!!! Incrível a imaginação das pessoas. Segundo sei, a cidade de Portalegre, vai ter um pólo do parque da ciência e tecnologia do Alentejo, que tem a sua sede em Évora. Mas este governo, alguma vez teve a intensão de fazer aqui alguma coisa por Portalegre? Se nos dão alguma coisa, é porque tem o objectivo de favorecer Évora. Querem matar-nos de vez, ou fazer que vamos todos viver para Évora...a mim não me apanham lá, porque pessoalmente tenho pavor a chaparrices!

terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Esta cidade é surreal toda a gente aponta o dedo mas ninguém faz nada!
Temos de puxar por ela e dar uma vassourada aos baronetes que pensam que mandam nela....há gente competente cá mas não aparecem pois não estão para ser enxovalhados em sítios como estes.
Por isso a mediocridade reina em todas as instituições sendo a ESTG ao que parece um exemplo. Reforço, a câmara ao contrário do que muita gente diz ainda vai sendo o sitio onde estão os melhores...

terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

a estg esta pela hora da morte...

terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Rui P. Marques disse...

A hipocrisia dos cotas que se comovem com a música dos Deolinda.
Por este dias não há colunista, comentador, analista, calista, ou industrial da panificação que não cite copiosamente a música dos Deolinda, que faz o retrato amargo da geração Nem Nem, dos 500 euros ou, se quisermos, a geração lixada.
Em geral, todos estes cronistas pop-de-sociedade são da geração açambarcadora, a que alegadamente espoliou as oportunidades dos jovens e os remeteu ao beco sem esperança, mas todos moralizam e escrevem como se não tivessem o bedelho no calduço.
Estes novos e improváveis ouvintes do Deolinda comovem-se até ao carpido de crocodilo com esta singela letra “Sou da geração sem remuneração/e não me incomoda esta condição./ Que parva que eu sou/Porque isto está mal e vai continuar,/já é uma sorte eu poder estagiar./Que parva que eu sou!/E fico a pensar,/que mundo tão parvo/onde para ser escravo é preciso estudar”. Ora, se esta é a música de intervenção desta geração, acho que se calhar esta geração tem o que merece (felizmente não é).
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terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Rui P. Marques disse...

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Esta é a música que tempera o sentimento de culpa das gerações bem instaladas na gamela dos direitos adquiridos. Os mesmos que, quando eram novos, escutaram e conspiraram por um mundo melhor ao som do José Mário Branco e do Zeca Afonso, e que passaram o resto da vida a trair as canções da sua juventude.
A pueril letra dos Deolinda é o pouco que eles conhecem da geração sobre quem escrevem com aquela sabichice insuportável da senilidade precoce. Eles não sabem nada, mas mesmo nada sobre a geração que agora lamentam nos seus editoriais lamechas. Quando muito conhecem os filhos e os amigos dos filhos, e como falamos de uma casta relativamente privilegiada e bem relacionada, o mais provável é os seus filhos até se estarem a safar, graças a um empurrãozinho, uma palavrinha ao amigo, um favorzinho inocente.
Se há uma geração lixada, a maior parte destes articulistas chorosos contribuiu para a lixar. Perguntem lá ao José Manuel Fernandes, se quando era director do “Público” alguma vez se preocupou com a distribuição equitativa da massa salarial? Se alguma vez se opôs a estágios não remunerados, ou a inacreditáveis fossos salariais na redacção? E, quando falo do José Manuel Fernandes, falo de todos os outros directores, directores-adjuntos, editores ou políticos de lágrima fácil que por este dias andam a lamentar o destino trágico da geração lixada. Alguma vez algum deles abdicou dos seus direitos adquiridos? Dos seus salários principescos (quando comparados com a base da pirâmide salarial)? E mais. Quantas vezes vêm anúncios e processos de recrutamento para meios de comunicação social?
É que os “lugares” que vai havendo, vão sendo traficados, negociados entre amigos, “afilhados” ou mesmo filhos. Se fizerem a árvore genealógica do jornalismo português vão perceber o que nepotismo e a consanguinidade não são fenómenos só imputáveis ao PS e ao caciquismo das empresas públicas e das autarquias. A maior parte do que se escreve nos jornais sobre ética, mérito e justiça no mercado de trabalho é apenas simples e crua hipocrisia.
É natural que este tipo de hipocrisia (ainda que cega, acredito) se identifique com a letra dos Deolinda, porque nunca na vida vão entender que esta letra também está a falar deles. Por isso espero que a geração lixada saiba escolher os seus arautos e fazer o seu caminho e a sua luta sem se deixar enganar pelas lágrimas de crocodilo.
A voz da geração lixada não é a dos Josés Manuéis Fernandes, dos inacreditáveis Cavacos (o coveiro a falar aos mortos) e nem sequer dos Deolindas do mundo. É a sua própria. O melhor e mais cru retrato que li da geração lixada é o livro “Operador de Call Center” de um jovem autor chamado Hugo Pereira uma viagem bukowskiana ao quotidiano de um operador de call center que mantém a ácida lucidez do sonho com a realização de curtas metragens.
Ironicamente, o mais poderoso retrato que eu vi desta geração enjaulada não encontrou editora capaz e minimamente atenta. Teve de imprimir o livro em Espanha e vendeu algumas dezenas a amigos e familiares. É o trágico destino do génio. Talvez se fosse jornalista ou médium tivesse melhor sorte…
É que reduzir esta geração à dialéctica meterialista que nos move ou à cultura programada, oficial e comercial é desconhecer o imenso mundo de criatividade e energia que pulsa na geração lixada. É simplesmente não os conhecer.
Eu que pertenço à geração rasca do Vicente Jorge Silva, e que cá nos vamos desenrascando com um quinhão dos “direitos adquiridos” também não dou para o peditório do coitadismo da geração lixada.
Compreendo que a crise económica, o desemprego, os recibos verdes, a falta de proteção social e a eternização na casa dos pais são a dura realidade.
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terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Rui P. Marques disse...

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Mas essa realidade não admite o conformismo ou a histeria, por exemplo, dessa eminência parava de serviço ao liberalismo betucho chamado Henrique Raposo e os seus queixumes dondocas de bem instalado na coluna normalmente bem remunerada do “Expresso”.
Esse rapaz está longe de ser um bom arauto para vocês, caros camaradas da geração lixada. É mais um intrujão. Porque se entramos na lógica do confronto de gerações, de espoliados e espoliadores, estamos bem mal. Esses jovens liberais de pacotilha acreditam que o problema está nos “direitos adquiridos” pelos trabalhadores, que se alapam aos postos de trabalho que deviam estar destinados por direito divino aos jovens que saem da faculdade. Portanto, a solução seria desalojar os “velhos” dos seus trabalhos e ragalias, para os poder passar a uma geração mais preparada e bem formada, e disponível para ser remunerada de forma mais competitiva… para as empresas.
Ora, a formação universitária pode conferir legítimas expectativas, mas não dá um direito divino ao emprego, pelo menos aos bons empregos, sobretudo quando não os há, ou há poucos. Alguém se parece esquecer que o mercado de trabalho português não é propriamente o alemão, e que os empregos que a geração lixada pretende ter acesso por decreto não são propriamente de cantoneiro, padeiro ou portageiro.
O que a histeria dos Raposões do mundo defende é uma permanente competição pelos “bons empregos”, como se fosse líquido que um qualquer recém-licenciado fizesse melhor o meu trabalho. Uma fotógrafa amiga um dia disse-me que um cliente ficou espantado com a rapidez com que ela fez uma sessão. – Só demorou uma hora?, perguntou ele – Não, demorei vinte anos e uma hora – respondeu ela.
Se entrarmos numa lógica de confronto geracional no mercado de trabalho vamos todos sair a perder a curto prazo e as empresas também (a médio prazo). Desproteger o trabalho não é um bom negócio para ninguém, porque daqui a algum tempo não estaríamos a discutir os problemas dos recém-licenciados, mas sim a falência e miséria dos velhos licenciados. Se encararmos este grave problema social com preconceitos de classe, casta, ideológicos ou mesmo de geração, estaremos a atear o rastilho de um barril de pólvora.
Temos todos de encontrar a melhor forma de sermos uma sociedade solidária e mobilizada para o bem comum, uma sociedade de valores, de mérito, de cooperação (melhor que competição), e se para isso for preciso abdicar de alguns “direitos adquiridos”, que aliás pago ao Estado (e não é pouco) seja. Eu estou disposto a fazê-lo.
Mas só cedo esses “direitos adquiridos” (um ordenado, seguro de saúde e direito de indemnização caso seja despedido), a troco da inovação, da iniciativa e da solidariedade social. Não os dou de barato a um jovem recém-licenciado que acomoda a peidola ao sofá dos pais, ao carro em segunda mão, aos copos no Bairro Alto, às tertúlias da lamentação, ao conformismo e à espera eterna de um emprego compatível com a sua condição. Querem uma vida melhor? Lutar por ela também ajuda.
Pelo menos, ajuda mais do que aplaudir os artigos de José Manuel Fernandes ou as músicas da Deolinda.
É que uma parte da geração lixada também é uma geração acomodada que vai azedando. E azedar é acabar com o sonho, o deles, e o nosso, num país mais justo e mais feliz.

terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Está na hora de o povo sair à rua!Está na hora de começar a pendurar muitos que por aí andam..
Este País está cheio de impostores, traidores, vigaristas. São tantos que não sei se os postes chegarão..se calhar, é melhor começar por colocar os postes, para que depois possam ser usados.
Quanto à cidade, mais parece um monte, mas um monte dos grandes, não sei o que vamos fazer por cá...ou então se nos vão pagar para nada fazermos...

terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

O que justifica a existência de governadores civis?
Quais foram as acções dos responsáveis políticos na cidade a propósito do encerramento das, poucas, empresas existentes?
O que fizeram os responsáveis do PS, junto do governo uma vez que são do partido que sustenta o governo na Assembleia da República?
Quais foram as acções, concretas, levadas a cabo pelos deputados (2) eleitos pelo distrito?
Quais foram as acções levadas a cabo pelo bispo?
Afinal de contas, quem são as "forças vivas da cidade"???
Para que servem os partidos?
Os partidos representam quem?
Os partidos representam os interesses de quem?
Urge mudar, e será mais depressa do que alguns( eles) pensam!

terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

O Bispo? Esse pelos vistos tambem é mais um com a função de nos ridicularizar...Se tivesse ridicularizado outra terra como o faz com a nossa, ja tinha sido corrido à muito por essas populações. Nós claro, aplaudimos as bocas sem graça que difamam a nossa cidade, do dito sacerdote...que vergonha

terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Para que é que existem deputados eleitos por portalegre, o doutor miranda calha? faz o que? nada! ainda "enterra" mais esta gente e esta cidade, devia ser dos primeiros a defender e a ajudar mas é o pior de todos!

terça-feira, 08 fevereiro, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

O miranda calha é o modelo dos socialistas de Portalegre. Faz parte de uma elite que sempre arruinou este concelho. Ta-se simplesmete nas tintas para a terrinha, que até lhe deve dar vergonha dizer de que é natural. Nós votamos no ps nas lesgislativas, sempre para o eleger...ou seja, para ele ter o seu dinheirinho no bolso por intereses politicos e simplesmente esquecer a terra, vivendo confortavelmente em Lisboa.

quarta-feira, 09 fevereiro, 2011  

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