terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
MAIS M... DE UM BOY DO PS DE PORTALEGRE
Presidente do Instituto de Segurança Social

ONDE HÁ EMPREGO?

Edmundo Martinho defende redução progressiva do subsídio de desemprego
“O subsídio de desemprego pode manter as diferenças de acordo com as idades e as carreiras contributivas, mas não deve ter o mesmo valor durante todo o período de duração”, adiantou Edmundo Martinho à margem de um encontro sobre o conselho europeu de 24 e 25 de Março, organizado pelo Instituto de Direito Económico Financeiro e Fiscal.
Questionado sobre as alterações que será necessário fazer ao sistema de protecção social de desemprego, uma das medidas previstas no acordo para a competitividade e o emprego firmado a 22 de Março entre o Governo e os parceiros sociais, o presidente do ISS defende que “alguma regressividade na capacidade de cobertura poderia ser interessante”.
“Em vez de reduzir a capacidade de proteger nos primeiros tempos de desemprego, que são os tempos mais complicados para os desempregados, poder-se-ia reduzir progressivamente”, adiantou, frisando que o subsídio de desemprego não deve funcionar como um entrave a que os desempregados regressem ao mercado de trabalho.
ONDE HÁ EMPREGO?
Etiquetas: Desemprego, Emprego, Vigaristas do Partido Socialista de Portalegre
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
OS RESPONSÁVEIS DE PORTALEGRE DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E SEGURANÇA SOCIAL AINDA TEM PARA COMER?

Neste país não há um mínimo de vergonha, estamos entregues a Filhas(os) da Puta crápulas socialistas de merda.
Governo diz que não há atraso no pagamento de subsídio de desemprego
O pagamento de subsídios de desemprego de Fevereiro decorre "sem qualquer atraso", disse fonte governamental ao Económico.
"Os pagamentos de Fevereiro decorrem sem qualquer atraso em relação ao planeamento inicialmente definido", afirmou fonte oficial do Ministério do Trabalho ao Económico.A realidade é outra, ninguém recebeu um cêntimo.
O jornal "Sol" noticiou hoje no seu site, citando um beneficiário, que o pagamento do subsídio de desemprego relativo a Fevereiro estaria atrasado e que só seria efectuado uma semana depois do prazo normal.
"Desconhecemos eventuais atrasos na distribuição e entrega de Vales Postais ou Carta Cheque", declarou a mesma fonte, que também sublinhou que "não existem dias fixos para o pagamento das prestações sociais, variando em função das datas em que ocorrem os fins-de-semana".
Há já desempregadas(os) com fome, nesta cidade, mas esta Filha da Puta crápula socialista de merda e os seus boy's de Portalegre andam anafados e de barriga cheia.

Eles andam a viver à nossa custa e a roubar-nos.
Ladrões!
Maria Silva
Etiquetas: Desempregados, IEFP, Portalegre, Portugal 2011, Segurança Social, Trabalho que Não Há, Vigarista do Partido Socialista, Vigaristas do Partido Socialista de Portalegre
domingo, 12 de dezembro de 2010
GARGALHADA OU COMA ALCÓLICO ?
sábado, 19 de junho de 2010
LADRÕES, VIGARISTAS, MAFIOSOS, DO PARTIDO SOCIALISTA DE PORTALEGRE
Fundação Alter Real está a ser investigada por denúncia de uma directora
A Fundação Alter Real, responsável pela Coudelaria de Alter e pela Escola Portuguesa de Arte Equestre, está a ser alvo de uma auditoria desencadeada em Março pela Inspecção-Geral da Agricultura e Pescas, por ordem do ministro da Agricultura. Na origem da investigação estão denúncias de quadros da Coudelaria de Alter, em Alter do Chão, relativas a alegados actos de má gestão que terão causado elevados prejuízos à fundação.
Criada em 2007 por decreto governamental, a Fundação Alter Real (FAR) assumiu o património e as competências do Serviço Nacional Coudélico, um organismo que funcionava no âmbito do Ministério da Agricultura e foi então extinto. A presidência do seu conselho de administração é assegurada, por inerência, pelo presidente da Companhia das Lezírias, Vitor Barros, que exerceu as funções de secretário de Estado do Desenvolvimento Rural nos Governos de António Guterres e foi o candidato derrotado do PS às eleições de 2005 para a Câmara de São Pedro do Sul. Em Março deste ano, Rui Simplício, então assessor parlamentar do Partido Socialista, líder distrital do PS em Portalegre e antigo presidente da Câmara local, foi nomeado por proposta de Vítor Barros administrador-delegado da fundação.
Os inspectores do Ministério da Agricultura estão no terreno há dois meses e já ouviram os dirigentes e vários técnicos da instituição, incluindo o presidente Vítor Barros e a vogal da administração Maria Leal Monteiro, que dirigiu até há poucos meses à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo e foi, no ano passado, a candidata derrotada do PS à Câmara de Alter do Chão.
O director da Escola Portuguesa de Arte Equestre e os veterinários da Coudelaria de Alter também já prestaram declarações, o mesmo acontecendo com Idalina Trindade, a directora da coudelaria que mantém graves divergências com Vítor Barros, embora seja também um alto quadro do PS, e é apontada como uma das autoras das denúncias. Em 2008 e 2009 suspendeu funções na coudelaria para assumir, em regime de substituição, o lugar de deputada na Assembleia da República. Nas autárquicas de Outubro foi a candidata socialista derrotada à presidência da Câmara de Nisa.
A situação financeira da FAR, que vive quase exclusivamente das contribuições do Ministério da Agricultura (700.000 euros em 2010), tem-se deteriorado significativamente, acumulando-se as dívidas a fornecedores. Algumas das situações que determinaram a realização da auditoria prendem-se com ocorrências registadas no período em que Idalina Trindade (que não quis falar ao PÚBLICO) foi deputada. A fundação está actualmente envolvida num projecto que implica um investimento de 12,5 milhões de euros e que visa a construção de novas instalações para a Escola Portuguesa de Arte Equestre no antigo Regimento de Cavalaria 7, na Calçada da Ajuda, em Lisboa.
O presidente da Câmara de Alter do Chão, Joviano Vitorino (PSD), que pertence por inerência ao conselho geral da FAR, disse ao PÚBLICO que já manifestou ao ministro da Agricultura a sua preocupação com o que se passa na fundação e que aquele o informou da realização da auditoria.
A recente nomeação de Rui Simplício, a quem não é conhecido qualquer currículo na área da gestão ou da actividade central da fundação - que tem a ver com a criação e o negócio dos cavalos das raças Lusitana, Sorraia e Garrano -, tem sido vista como mais um passo na politização da fundação. "O que eu quero é que a coudelaria e a fundação corram da melhor maneira possível, porque são importantes para o concelho, mas politizar aquilo não me parece uma boa coisa", disse Joviano Vitorino, acrescentando que "a nomeação de Rui Simplício não lembra a ninguém".
Contactado pelo PÚBLICO há dias, Vítor Barros negou a existência de quaisquer denúncias e garantiu que a auditoria é uma "inspecção de rotina", decidida "por sorteio". Ontem à tarde, porém, o presidente da fundação confirmou as suas divergências com Idalina Trindade - relacionadas nomeadamente com o projecto da Ajuda, mas também com a nomeação de Rui Simplício - e admitiu a existência de denúncias da sua autoria.
"Ela é contra o projecto de Belém, mais aí ela não tem que se meter. É uma mera directora e tomara eu que ela tome conta da Coudelaria de Alter", afirmou, referindo-se a Idalina Trindade. O gabinete do ministro da Agricultura disse ontem que a auditoria deverá estar concluída no final deste mês.
José António Cerejo
PÚBLICO
19-06-2010
Criada em 2007 por decreto governamental, a Fundação Alter Real (FAR) assumiu o património e as competências do Serviço Nacional Coudélico, um organismo que funcionava no âmbito do Ministério da Agricultura e foi então extinto. A presidência do seu conselho de administração é assegurada, por inerência, pelo presidente da Companhia das Lezírias, Vitor Barros, que exerceu as funções de secretário de Estado do Desenvolvimento Rural nos Governos de António Guterres e foi o candidato derrotado do PS às eleições de 2005 para a Câmara de São Pedro do Sul. Em Março deste ano, Rui Simplício, então assessor parlamentar do Partido Socialista, líder distrital do PS em Portalegre e antigo presidente da Câmara local, foi nomeado por proposta de Vítor Barros administrador-delegado da fundação.
Os inspectores do Ministério da Agricultura estão no terreno há dois meses e já ouviram os dirigentes e vários técnicos da instituição, incluindo o presidente Vítor Barros e a vogal da administração Maria Leal Monteiro, que dirigiu até há poucos meses à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo e foi, no ano passado, a candidata derrotada do PS à Câmara de Alter do Chão.
O director da Escola Portuguesa de Arte Equestre e os veterinários da Coudelaria de Alter também já prestaram declarações, o mesmo acontecendo com Idalina Trindade, a directora da coudelaria que mantém graves divergências com Vítor Barros, embora seja também um alto quadro do PS, e é apontada como uma das autoras das denúncias. Em 2008 e 2009 suspendeu funções na coudelaria para assumir, em regime de substituição, o lugar de deputada na Assembleia da República. Nas autárquicas de Outubro foi a candidata socialista derrotada à presidência da Câmara de Nisa.
A situação financeira da FAR, que vive quase exclusivamente das contribuições do Ministério da Agricultura (700.000 euros em 2010), tem-se deteriorado significativamente, acumulando-se as dívidas a fornecedores. Algumas das situações que determinaram a realização da auditoria prendem-se com ocorrências registadas no período em que Idalina Trindade (que não quis falar ao PÚBLICO) foi deputada. A fundação está actualmente envolvida num projecto que implica um investimento de 12,5 milhões de euros e que visa a construção de novas instalações para a Escola Portuguesa de Arte Equestre no antigo Regimento de Cavalaria 7, na Calçada da Ajuda, em Lisboa.
O presidente da Câmara de Alter do Chão, Joviano Vitorino (PSD), que pertence por inerência ao conselho geral da FAR, disse ao PÚBLICO que já manifestou ao ministro da Agricultura a sua preocupação com o que se passa na fundação e que aquele o informou da realização da auditoria.
A recente nomeação de Rui Simplício, a quem não é conhecido qualquer currículo na área da gestão ou da actividade central da fundação - que tem a ver com a criação e o negócio dos cavalos das raças Lusitana, Sorraia e Garrano -, tem sido vista como mais um passo na politização da fundação. "O que eu quero é que a coudelaria e a fundação corram da melhor maneira possível, porque são importantes para o concelho, mas politizar aquilo não me parece uma boa coisa", disse Joviano Vitorino, acrescentando que "a nomeação de Rui Simplício não lembra a ninguém".
Contactado pelo PÚBLICO há dias, Vítor Barros negou a existência de quaisquer denúncias e garantiu que a auditoria é uma "inspecção de rotina", decidida "por sorteio". Ontem à tarde, porém, o presidente da fundação confirmou as suas divergências com Idalina Trindade - relacionadas nomeadamente com o projecto da Ajuda, mas também com a nomeação de Rui Simplício - e admitiu a existência de denúncias da sua autoria.
"Ela é contra o projecto de Belém, mais aí ela não tem que se meter. É uma mera directora e tomara eu que ela tome conta da Coudelaria de Alter", afirmou, referindo-se a Idalina Trindade. O gabinete do ministro da Agricultura disse ontem que a auditoria deverá estar concluída no final deste mês.
José António Cerejo
PÚBLICO
19-06-2010
Etiquetas: Alter, Jobs for the boys, Vigaristas do Partido Socialista de Portalegre



