sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
REPÚBLICA
Iniciaram-se as comemorações do centenário da implantação da República.
Apesar de os tempos impregnados de dificuldades, da lentidão da justiça, da voracidade do Estado, do constante atropelo às leis por quem não o devia fazer, da corrupção de bastardos a deixarem na rua da amargura a honradez, dos desvario das contas públicas, dos pedradores financeiros, dos agiotas sem escrúpulos, da insegurança existente nos centros mais populosos, apesar de todos estes malefícios, vale a pena vitoriarmos a República, sem simulações ou fingimentos, desprovidos de desnecessária fanfarronice.
Os republicanos têm o direito de se afirmarem como tal, o mesmo direito é concedido aos monárquicos, pois a República defende as virtudes da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Mesmo quando isso não aconteceu no passado, mesmo quando um ou outro fanático assim não o entende agora. Os adversários da República acusam-na de grande número de maldades no presente, avivando-nos a memória ao evocarem actos vis cometidos durante o primeiro período de governação. São verdadeiros e nenhum republicano no seu bom juízo se envaidece por isso.
No entanto, os de dedo em riste contra a República, nunca, nem ao de leve, afloram as razões porque um punhado de republicanos derrubou um regime com oito séculos de existência, num país prenho de analfabetismo, submissão e estrangulamento económico da maioria da população, a qual em última instância emigrava. Nunca referem a forma como os possidentes exploravam o zé-povinho, muito menos concedem atenção às lutas intestinas existentes nos últimos reinados, onde no dizer de João Chagas tudo foi falsificado. “Uma só coisa era real – a ruína”, remata o jornalista.
Passados cem anos vivemos melhor, muito melhor, incomensuravelmente melhor. Vejam-se os indicadores relativos à educação, saúde e assistência social, habitação, consumo de bens essenciais, entretenimento e esperança de vida. Os monárquicos ortodoxos dirão: olha a grande coisa! Estão há cem anos no poder! Descontados os quarenta e oito anos de castração salazarista.
Os republicanos erraram muito e vão continuar a errar, mas no essencial, o povo que durante centenas de anos sustentou, suportou e aturou as outras duas classes tem ao seu alcance a possibilidade de alterar, demitir ou substituir os governos.
Através do voto livre e sem chapeladas tão ao gosto e uso durante o ludíbrio de progressistas e regeneradores. Lembrem-se!
Apesar de os tempos impregnados de dificuldades, da lentidão da justiça, da voracidade do Estado, do constante atropelo às leis por quem não o devia fazer, da corrupção de bastardos a deixarem na rua da amargura a honradez, dos desvario das contas públicas, dos pedradores financeiros, dos agiotas sem escrúpulos, da insegurança existente nos centros mais populosos, apesar de todos estes malefícios, vale a pena vitoriarmos a República, sem simulações ou fingimentos, desprovidos de desnecessária fanfarronice.Os republicanos têm o direito de se afirmarem como tal, o mesmo direito é concedido aos monárquicos, pois a República defende as virtudes da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Mesmo quando isso não aconteceu no passado, mesmo quando um ou outro fanático assim não o entende agora. Os adversários da República acusam-na de grande número de maldades no presente, avivando-nos a memória ao evocarem actos vis cometidos durante o primeiro período de governação. São verdadeiros e nenhum republicano no seu bom juízo se envaidece por isso.
No entanto, os de dedo em riste contra a República, nunca, nem ao de leve, afloram as razões porque um punhado de republicanos derrubou um regime com oito séculos de existência, num país prenho de analfabetismo, submissão e estrangulamento económico da maioria da população, a qual em última instância emigrava. Nunca referem a forma como os possidentes exploravam o zé-povinho, muito menos concedem atenção às lutas intestinas existentes nos últimos reinados, onde no dizer de João Chagas tudo foi falsificado. “Uma só coisa era real – a ruína”, remata o jornalista.
Passados cem anos vivemos melhor, muito melhor, incomensuravelmente melhor. Vejam-se os indicadores relativos à educação, saúde e assistência social, habitação, consumo de bens essenciais, entretenimento e esperança de vida. Os monárquicos ortodoxos dirão: olha a grande coisa! Estão há cem anos no poder! Descontados os quarenta e oito anos de castração salazarista.
Os republicanos erraram muito e vão continuar a errar, mas no essencial, o povo que durante centenas de anos sustentou, suportou e aturou as outras duas classes tem ao seu alcance a possibilidade de alterar, demitir ou substituir os governos.
Através do voto livre e sem chapeladas tão ao gosto e uso durante o ludíbrio de progressistas e regeneradores. Lembrem-se!
A.F.
Etiquetas: Centenário da Implantação da República, Liberdade, Portugal
sábado, 5 de setembro de 2009
FANTASMAS E YIN-ZEN
Não acredito em bruxas mas entretanto:
-A Manuela... calaram-na!
-Este blog está nos cuidados intensivos, pois um anónimo, estranhamente disponível, sempre atento, fantasma da António Maria Cardoso se transferiu para Portalegre e digita em branco,loucamente, porque não sabe que "não há machado que corte a raiz ao pensamento".
-"And at last but not the least" o meu telemóvel, que julgava pessoal e apenas acessível a um número restrito de amigos, é invadido por sms de desconhecidos a convidar-me para vários eventos.
Como pessoa bem educada procuro agradecer-lhes, convidá-los porventura para vir cá a casa beber chá...mas não me atendem.
Deviam mesmo vir cá a casa beber chá, até porque é mesmo verdade: não acredito em bruxas!
-A Manuela... calaram-na!
-Este blog está nos cuidados intensivos, pois um anónimo, estranhamente disponível, sempre atento, fantasma da António Maria Cardoso se transferiu para Portalegre e digita em branco,loucamente, porque não sabe que "não há machado que corte a raiz ao pensamento".
-"And at last but not the least" o meu telemóvel, que julgava pessoal e apenas acessível a um número restrito de amigos, é invadido por sms de desconhecidos a convidar-me para vários eventos.
Como pessoa bem educada procuro agradecer-lhes, convidá-los porventura para vir cá a casa beber chá...mas não me atendem.
Deviam mesmo vir cá a casa beber chá, até porque é mesmo verdade: não acredito em bruxas!
Jorge Luís Lourinho Mangerona
Etiquetas: Liberdade, Liberdade de Opinião, Portalegre, Portalegre Cidade
quinta-feira, 25 de junho de 2009
DO CORREIO...
Recebemos hoje, na nossa caixa de correio electrónico este:
de: madalena.tavares@sapo.pt para:portalegrecidadedoaltoalentejo
@gmail.com
data: 25 de Junho de 2009 18:33
assunto: Solicitação para eliminar comentários
enviado por: sapo.pt
Exmo Sr ou Srs.
doc 30K
de: madalena.tavares@sapo.pt para:portalegrecidadedoaltoalentejo@gmail.com
data: 25 de Junho de 2009 18:33
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para ler na integra
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Etiquetas: Correio, Liberdade, Liberdade de Opinião, Pedido de Censura
sexta-feira, 24 de abril de 2009
25 DE ABRIL
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Zeca Afonso
Etiquetas: Liberdade, Poesia, Zeca Afonso
segunda-feira, 13 de abril de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
APELO A TODOS OS HABITANTES DO CONCELHO DE PORTALEGRE

Caros concidadãos
Venho por este meio apresentar-vos a seguinte proposta:
Considerando que o governo da nossa república das bananas liderado pelo presidente do conselho, José Sócrates, "engenheiro ao domingo", aprovou na passada quinta-feira 5 de Fevereiro do ano da graça de 2009, a obrigatoriedade de todos os veículos motorizados terem a partir de Julho de 2009 um chip na matrícula.

Proponho um peditório aos habitantes deste concelho de um cêntimo por cada um, para fazer face à instalação de um chip por cada político desta cidade.
Os dois primeiros a serem "chispados" serão os dois deputados Júlio Miranda Calha e Idalina Trindade, segue-se depois o Governador civil e gabinete de colaboradores, depois os restantes, até aos membros e filiados nos partidos.
Proponho ainda a colocação no Plátano do Rossio, de um ecrã gigante a fim de acompanhar todos os seus passos públicos e privados.
Com a instalação do presente chip nestes elementos relevantes para o desenvolvimento do nosso concelho e distrito, todos nós poderemos acompanhar em directo o seu "imenso trabalho" e o seu "imenso descanso" em prol da região.
Desde já eu coloco 20,00 €uros à disposição desta campanha para chipar os deputados, "grandes braços de trabalho".
Os donativos podem ser colocados na caixa de esmolas colocada no local onde iremos instalar o ecrã para acompanhar tão ilustres personagens no seu dia a dia.
Viva a Liberdade dos Portalegrenses.
Francisco José Morinho Lopes
Venho por este meio apresentar-vos a seguinte proposta:
Considerando que o governo da nossa república das bananas liderado pelo presidente do conselho, José Sócrates, "engenheiro ao domingo", aprovou na passada quinta-feira 5 de Fevereiro do ano da graça de 2009, a obrigatoriedade de todos os veículos motorizados terem a partir de Julho de 2009 um chip na matrícula.

Proponho um peditório aos habitantes deste concelho de um cêntimo por cada um, para fazer face à instalação de um chip por cada político desta cidade.
Os dois primeiros a serem "chispados" serão os dois deputados Júlio Miranda Calha e Idalina Trindade, segue-se depois o Governador civil e gabinete de colaboradores, depois os restantes, até aos membros e filiados nos partidos.
Proponho ainda a colocação no Plátano do Rossio, de um ecrã gigante a fim de acompanhar todos os seus passos públicos e privados.
Com a instalação do presente chip nestes elementos relevantes para o desenvolvimento do nosso concelho e distrito, todos nós poderemos acompanhar em directo o seu "imenso trabalho" e o seu "imenso descanso" em prol da região.
Desde já eu coloco 20,00 €uros à disposição desta campanha para chipar os deputados, "grandes braços de trabalho".
Os donativos podem ser colocados na caixa de esmolas colocada no local onde iremos instalar o ecrã para acompanhar tão ilustres personagens no seu dia a dia.
Viva a Liberdade dos Portalegrenses.
Francisco José Morinho Lopes
Etiquetas: Chips, José Sócrates, Liberdade, Partido Socialista, Portugal um País de Bananas Governado por Sacanas




