quarta-feira, 18 de maio de 2011

OS VERDADEIROS FILHOS DA GRANDE P...!


Este é um aperitivo para o que aí vem depois das eleições.

Os bancos podem, a partir de hoje, agravar as taxas de juro e outros encargos dos empréstimos sempre que identifiquem "razão atendível" ou "variações de mercado" que o justifiquem, desde que cumpram um “código de boas práticas” da autoria do Banco de Portugal.

Nestas “boas práticas”, já se vê, está incluída a liberalização da alteração unilateral dos spreads dos contratos de crédito. A autorização supra tem a mesma proveniência.

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

COM TANTOS LUCROS E PAGAM TÃO POUCO!



Apesar de registarem 1,4 mil milhões de euros de lucro, quase o mesmo que em 2009, os bancos Espírito Santo, Santander Totta, BPI e Millenium pagaram menos 168,8 milhões de euros em impostos em 2010.
Eis o resultado da política deste governo: sacrifícios insuportáveis para os trabalhadores da administração pública, para os reformados e pensionistas, para o povo português em geral, ao mesmo tempo que reduzem impostos e canalizam os escassos recursos do Estado para os grandes grupos económicos e financeiros.

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terça-feira, 24 de março de 2009

QUEM É FINO VAI À CAIXA

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

E A PRÓXIMA RODADA ...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

FOI VOCÊ QUE PEDIU UM FINO DE 64 MILHÕES DE EUROS?



“A estrutura accionista do BCP tornou-se uma Liga dos Últimos, somando grandes prejuízos e grandes dívidas, patrocinadas sobretudo pela Caixa. Quem emprestou e quem pediu emprestado mediu mal o risco e começaram os incumprimentos. Uma hipótese era a Caixa executar as dívidas e ficar com as acções dos clientes, o que a tornaria “dona” do BCP. A alternativa foi renegociar. Mas é estranho que, tendo a Caixa todo o poder, tenha entregue a faca e o queijo ao esfomeado. Aceitou-se como garantia tudo e um par de botas, deram-se carências de capital e de juros (!) e assim se salvaram grandes fortunas falidas do País.

O caso roça o inacreditável no acordo entre a Caixa e Manuel Fino, revelado por este jornal na segunda-feira: o empresário entregou quase 10% da Cimpor à Caixa, mas as cláusulas leoninas foram a seu favor. A Caixa pagou mais 25% do que as acções valem; não pode vender as acções durante três anos; e Fino pode recomprar as acções, o que significa que foi a Caixa que ficou com o risco: se as acções desvalorizarem, perde; se valorizarem, Fino pode recomprá-las e ficar com o lucro. Não há dúvidas de que Manuel Fino fez um óptimo negócio e de que zelou pelos seus interesses. Assim como a Caixa - zelou pelos interesses de Manuel Fino.” (Pedro Santos Guerreiro, Editorial do Jornal de Negócios)

Se deve dinheiro à Caixa, já sabe.

O melhor que lhe pode acontecer é que seja muito, mas mesmo muito, dinheiro.

Talvez a Caixa lhe dê uma prenda de 64 milhões de euros, como fez com Manuel Fino.

Vale sempre a pena sonhar.



P.S.

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