REGRESSO ETERNO
Outra vez o grito
da minha antiguidade:
e eu mesmo repetido
outra vez marinheiro.
Outra vez o grito
da esperança renascida,
e eu mesmo repetido
outra vez afogado.
Outra vez o grito
dos teus olhos esperando o meu regresso:
e eu mesmo repetido
outra vez o mar dando à costa o meu corpo roído dos peixes.
da minha antiguidade:
e eu mesmo repetido
outra vez marinheiro.
Outra vez o grito
da esperança renascida,
e eu mesmo repetido
outra vez afogado.
Outra vez o grito
dos teus olhos esperando o meu regresso:
e eu mesmo repetido
outra vez o mar dando à costa o meu corpo roído dos peixes.
Eduíno de Jesus
O Rei Lua
Etiquetas: Esuíno de Jesus, Poesia