sexta-feira, 29 de julho de 2011

NOVO EPITÁFIO PARA UMA VELHA DONZELA

Não conheceu do amor as vãs complicações,
Nem o prazer e as suas decepções.
Por isso é que os fiéis das sensações
Tiveram sua vida por frustrada.
Viveu de leve, humilde e afável, encerrada
No mistério sem mito em que morreu.
Da sua vida mais intensa, nada
Chegou ao mundo, que não era seu.

Sobre esta laje fria,
Por memória
Dessa ignorada história,
Inscreveu esta coisa fugidia
Aquele de quem foi secretamente amada.


José Régio
Filho do Homem

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29 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

Em quase todas as faculdades há sempre um professor que gosta de lixar a vida aos alunos. A Escola Superior de Educação não foge à regra. A Professora Graça Cebola tem prazer, já há muitos anos , em chumbar os alunos na sua disciplina. É com orgulho que diz que as suas pautas estão sempre a vermelho.Quando grande parte dos alunos reprova numa disciplina será que a culpa é só deles? A professora Graça Cebola deve fazer uma introspeção e ver que também tem uma grande quota parte de culpa.A isto não se chama ensinar...chama-se lixar. Que raio de ensino é este?

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Alho disse...

se calhar a «velha donzela» cantada pelo nosso zé régio é esta cebola que, descascada, faz chorar de raiva os seus alunos. grande epitáfio este anónimo lhe amanda...

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Ou então contrasta na fama de longa data que a ESEP tem de facilitismo. Recordam-se de uma reportagem que saiu no público, há vários anos, em que os alunos assumiam que escolhiam a ESEP porque permitia tirar notas muito superiores às restantes congéneres?
Pois é!
E os portalegrenses que andaram a "rebolar" por várias universidades sem passarem do 1º ano e que, depois de se matricularem na ESEP fizeram tudo de seguida com boas notas?
Estranho? Se calhar não!

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Alho disse...

Claro! Se todos os outros fossem como esta Cebola o país ficava mais bem servido no seu futuro. Parir maus profissionais não é próprio de uma Escola; faz parte das barrigas alugadas que, infelizmente, vão proliferando neste miserável povo.

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

As e os meninos nunca deviam ter entrado no ensino superior porque são uns nabos a matemática.
Agora querem passar?
Estudem!

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Para os alunos aprenderem é preciso que os professores ensinem, tirem dúvidas, preparem para os exames. Será o caso?

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Alho disse...

Agora aparece-me este cabrão deste puto a mandar bocas. Sorte tens tu em eu não ser professor e nessa situação dar-te aulas. De certeza que já te tinha mandado com as patorras para cima das focinhas dando-te aquele mínimo de educação que nunca recebes-te em casa.

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

recebeste não recebes-te Ainda bem que não é professor ó Sr Alho.

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

E tu ó puto? O telemovel que o teu pai te ofereceu com acesso à internet não tem o ponto (.)?

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Cabé a Governador Civil

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

esse nunca fez nada na vida a não ser lambe botas e com isso tem-se safo

tamos fartos de gente desta e por causa de Cabés e outros que tais é que Portalegre está como está

parasitas, chulos e ignorantes

e o irmão quer é papar dinheiro a dois carrinhos e queria continuar a papar massas na ESE ao mesmo tempo que estava na DGD e conseguiu

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Comparar a ESEP a uma faculdade é o mesmo que comparar Portugal à Noruega! Tem tudo a ver. Só mesmo que não meteu as patas numa universidade séria compara a ESEP a uma faculdade. Daqui a pouco ainda dizem que Portalegre é uma cidade universitária com catedráticos e tudo.

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Olha este paspalho! A falar mal de Portalegre, no que toca ao ensino superior. Deves ser de algum concelho de merda, que nem uma escola primária tem de jeito. Diz la de onde és tu? Qual é a tua terrinha que te faz falar tão mal assim de Portalegre?

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

cum catano, então hoje a bofia não vai ao quartel das putas acabar com a tourada????

xulos dum cabrão, não pagam impostos e têm tudo ilegal.

prendam o comandante que a esta hora ja deve tar bebedissimo, o estado normal dele

sexta-feira, 29 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Cabé?

Esse é mais um xuleco que anda para aí convencido que é tudo dele.
E como os Governadores Civis acabaram, o melhor é meter-lhe nas patas um carrinho colector de lixo e pô-lo a varrer as ruas desta cidade que pos sinal andam bem porcas.

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

A ESEP tem vários professores com doutoramento. O mínimo conhecimento do sistema daria para perceber que não tem catedráticos porque não há tal categoria no ensino politécnico...
A professora Graça Cebola não pode permitir que, alunos que querem ser professores do ensino básico e não sabem dividir, possam passar. Há alunos nesses cursos que tiveram sempre negativa a matemática no 7º, 8º e 9º anos e entraram com Português. Não se percebe como é que alunos que não conseguiram fazer Matemática no básico podem ser professores, mesmo do 1º ciclo.

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Alho disse...

A Prof. Cebola deve fazer aquilo que um professor adulto, com valores éticos, tem obrigação de fazer: chumbar quem não dominar a matéria em avaliação.
Todos nós sabemos a bandalheira instalada nas escolas portuguesas há uns anos a esta parte: passar por força da estatística, não respeitar a autoridade dos professores, falsificar resultados por motivos políticos, etc. etc.
Por isso todo o português responsável bate palmas quando se fala de professores que tal como Graça Cebola cumprem os requisitos mínimos éticos no desempenho de suas funções independentemente da “moda” ou politiquices reinantes na altura.
No lugar dela fazia exactamente o mesmo com uma pequena diferença – sempre que me aparecesse algum aluno a reclamar fora da metodologia secular que regula as hierarquias escolares em qualquer parte do mundo, estas pesadas mãos que já descarregaram milhares de toneladas de mercadoria, seriam imediatamente passadas pelas focinhas do reclamante deixando marcas para que os pais do dito cujo, pudessem gastar um pouco mais de tempo na sua educação.
Era assim no meu tempo antes do aparecimento desta… pasme-se… «geração à rasca»!

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Então a ESEP tem que mudar os seus critérios de admissão e não deixar entrar alunos com negativa a Matemática. Se fizer isso secalhar não tem alunos. Se permite tem de mudar o curriculo. Não se percebe muito bem é porque é que os alunos passam com outros professores de Matemática da ESEP e não com a dita professora. Mas o melhor é ouvir os alunos, eles é que sabem o que por lá se passa.

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Alho disse...

Ouvir os alunos?

Os alunos não sabem ler nem escrever conforme amostra junta, no topo deste post.

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Quem não domina operações básicas não pode ser professor...Há alunos da ESE, nos cursos para professores, que NãO DOMINAM AS OPERAÇÕES BÁSICAS e sei muito bem do que estou a falar...A maior parte dos alunos quando concluem o 12º ano são adultos portanto sabem muito bem a que se candidatam.

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Mudar o curriculum? Querem ver que vamos ter professores que não sabem as operações básicas...Já agora queria chamar a atenção para as diferenças de curriculum, a nível científico nomeadamente na Matemática, entre as ESEs e as universidades que também formam professores e "já agora", para os mais distraídos, referir que não há distinções de carreira nem de remunerações entre os professores dos diferentes ciclos (e ainda bem).

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

No IPP qualquer medíocre recambiado de uma qualquer universidade a sério faz um figurão assim que cá chega! Gostam de ser enganados ? Problema vosso ! Também nunca fiz questão de frequentar tão ilustres escolas.

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Pois o maior cancro do ensino são os professores oriundos das ESE (s) que muitas vezes nem escrever sabem.
E é uma injustiça que estejam em igualdade de circunstâncias com os professores oriundos das universidades quando estes têm uma preparação científica e pedagógica a anos luz dos primeiros.

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

De quem é a culpa?

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

a culpa é dos mediocres que aqui fazem comentarios. Cambada de asnos que nunca estão satisfeitos com o que aqui existe, porque não migram????

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Concordo plenamente com o ultimo comentário. Cambada de inuteis...fora de Portalegre

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

Tenho mesmo algumas duvidas que alguns comentarios aqui proferidos sejam de pessoas de Portalegre. Parece-me haver aqui um tipo de veneno algo exagerado e ridiculo.

sábado, 30 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

A culpa é da mediocridade reciclada que existe em Portalegre. Faça-se uma limpeza e as coisas melhoram....
Acabar com a mentalidade de aldeia desta cidade que só vive de aparências, de públicas virtudes e de vícios privados.

domingo, 31 julho, 2011  
Anonymous Anónimo disse...

É SÓ GENTE SÉRIA ....QUE O DIGAM OS TRABALHADORES DESPEDIDOS SEM DIREITO A COISA NENHUMA...
O grupo Control PET – sociedade participada pelos grupos portugueses Imatosgil e Banco Espírito Santo compraram em Junho a unidade de produção de PET Artenius Portugal, em Portalegre, empresa que era propriedade da espanhola La Seda.
A empresa, desenhada em 1996 para a produção de fibras de poliéster, foi reconvertida para a produção em processo contínuo de polímeros PET, tinha uma produção anual de 70 mil toneladas e estava com a sua actividade industrial paralisada desde finais de 2010.
De acordo com a La Seda, na altura do negócio, o valor da venda foi de 5,6 milhões de euros a pagar entre 2011 e 2015.

domingo, 31 julho, 2011  

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