segunda-feira, 4 de junho de 2012

GRANDE FILHO DA PUTA...

Borges ganhou 225 mil €

livres de impostos.
 Correio da Manhã



Este grande filho da puta está convencido de que é uma sumidade e fala penando que os portugueses não sabem quanto ganha, um grande filho da puta que acumula de forma duvidosa cargos públicos com funções privadas gosta muito de dar lições de moral aos outros.

Vai  bardamerda!


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54 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

Deve-se mandar tão ilustre sumidade
quando vier a Alter à coudelaria de Alter para ser montado por um garanhão.
Coitadinho é só merda deste calibre que vem para o distrito.
Tiros nos cornos destes grandesfilhos da puta

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Esta merda é só sensacionalismo, é só dizer mal para dizer mal.

O gajo ganhou esse dinheiro no FMI, os funcionários do FMI, da ONU, da UE e de mais uma data de merdas não pagam impostos.

Posso concordar ou não, mas não pagam. Estão isentos tanto no País onde o recebem como nos seu país Natal.

Aliás, se o gajo pagasse impostos sobre este dinheiro não era cá mas sim nos EUA onde o recebeu.

Vão pois a levar no centro das nalgas. Então os funcionários da UE pagam onde? Os outros do FMI onde é que pagam?

Este pelo menos deve ser ainda o maior empregador privado de Alter, produz vinhos e tem tem para aí alguns 70 ou 80 trabalhadores, entre trabalhadores do campo, administrativos e técnicos. Quanto a cavalos da Coudelaria não deve precisar porque ta,bém é criador de Lusitanos.

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Há burros e burros!
O último comentador é um exemplo disso.
Deve ser dos vigaristas do PPD/PSD ou do PS.
Aprende a ler meu grande burro!

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

O correspondente financeiro do Le Monde em Londres lançou em Lisboa o livro "O Banco – Como o Goldman Sachs dirige o mundo" e falou do ex-gestor do banco a quem Passos Coelho entregou o dossier dos negócios das privatizações.
“O senhor Borges estava fora do meu radar quando escrevi o livro, nunca tinha ouvido falar”, afirmou Marc Roche à Rádio Renascença, acrescentando que apenas tomou conhecimento do economista “quando ele foi obrigado a demitir-se do FMI”.
As fontes do jornalista no FMI disseram-lhe que “se livraram dele porque não estava à altura do trabalho. E agora chego a Lisboa e descubro que está à frente do processo de privatização.
Há perguntas que têm de ser feitas”, declarou o autor do livro que mostra as relações de grande proximidade de gente que passou pelo Goldman Sachs e por governos de países onde o banco teve influência.

Quem diria que ainda haja quem o leve a sério.
Numa entrevista absolutamente deplorável ao Jornal de Negócios, na Sexta-feira, António Borges defendeu que "diminuir salários não é uma política, é uma urgência" para o país. E não se referia ao seu próprio salário. Este domingo, o Correio da Manhã revela que os honorários de Borges em 2011, até ser afastado por incompetência do cargo que ocupava no FMI, totalizaram 225 mil euros que não foram sujeitos ao pagamento de qualquer imposto, devido ao estatuto de funcionário do Fundo Monetário Internacional.
...

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

...
Mas felizmente que também há quem suba na vida através de outros meios que não o favor, o compadrio e a falcatrua.
Podem, por isso, expressar-se livremente fora das balelas oficiais que são repetidas até se tornarem verdades assimiladas por uma maioria dessa forma neutralizada na eventual reacção a um desastre que aumenta dramaticamente a cada dia que passa.
É o caso de Teodora Cardoso.
Na Sexta-feira, em entrevista à rádio pública, a presidente do Conselho de Finanças Públicas e ex-economista do Banco de Portugal expressou a sua discordância em relação à abordagem defendida pelo FMI e União Europeia para aumentar a competitividade portuguesa por via do corte de salários: “se o nível de competitividade” for obtido por essa via de corte de salários, “isso significa que nos estamos a candidatar a passar para o terceiro mundo, se não para o quarto”.
Para Teodora Cardoso, o ganho de competitividade não se faz por via do corte de salários, como comprova um passado do qual herdámos o nosso atraso estrutural, mas sim através da qualificação e organização.
A qualificação e a organização que procuram compensar através de salários baixos.
Os salários baixos que, porque rentabilizam uma economia com baixa qualificação e pouca organização, perpetuam o nosso atraso estrutural. É um ciclo vicioso.

Noutra vertente, a política de incentivos à baixa de salários, obsessão tanto do FMI como do Governo Coelho-Borges-Relvas-Portas, tem tido como consequência a destruição do mercado interno. Esta destruição tem sido o catalisador do encerramento de empresas que deixaram de conseguir vender os seus produtos e é um dos maiores travões a novos investimentos privados inviabilizados pela ausência de consumidores.
Nesta medida, a política salarial poderia ser um importante instrumento para encontrar uma saída para a crise, como defendem muitos economistas. Entre eles está Jan Toporowski, economista da London School of Oriental and African Studies, que disse o seguinte numa entrevista recente, em Lisboa: "uma boa estratégia tem de ser contra-intuitiva: têm de começar por aumentar salários.
Se aumentarem os salários, em especial os mais baixos, esse dinheiro será gasto na economia e reanimará a actividade económica e as receitas do Estado.
Isto é muito difícil de fazer numa economia capitalista de mercado livre, mas podem fazer-se algumas coisas, como aumentar o salário mínimo e os salários dos funcionários públicos pior pagos, incentivar o emprego a tempo inteiro em vez de fragmentá-lo em empregos part-time.
Isto teria um efeito positivo na actividade económica."
É exactamente o oposto do que está a ser feito.

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

António Borges decidiu seguir as pisadas de Madame Lagaffe.
Ambos têm em comum o estatuto de isenção de IRS enquanto funcionários do FMI.
Ambos têm responsabilidades nesta crise, uma enquanto ministra de Sarkozy, Borges enquanto homem da Goldman Sachs.
Ambos ficarão impunes.
Ou talvez não.
Nunca escrevam certezas sobre o vosso futuro com a mesma displicência com que falam sobre a vida dos que pagam IRS, viram os seus salários reduzidos e não têm pão para a boca dos filhos.
Em determinadas situações os seres humanos são levados a actos espontâneos e irreflectidos, e tornam-se violentos.
Uma dessas circunstâncias é a fome, coisa que para os filhos da puta deste mundo é uma palavra mas para cada vez mais gente é um aperto no estômago que se mitiga com água, enquanto não a privatizarem.
A fome faz milagres, António Borges; Marx deixou umas dicas sobre o assunto mas a simples lei da sobrevivência também serve.
A fome faz do cobarde um herói, do amansado um rebelde, do cordeiro um bode selvagem.
Os bodes selvagens quando acossados perdem o medo, marram a direito, levam tudo em frente, incluindo os Borges e as Lagardes deste mundo.
Chegará a vossa vez de terem medo, muito medo, e nessa altura não haverá paraíso fiscal que vos valha.
A imoralidade não se paga com os portões do céu encerrados mas muitas vezes conduz directamente ao inferno, na terra.
Fujam já, ou pensem nisso.

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

O António Borges é um grande filho da puta todos nós os portalegrenses o sabemos.
Para o 2º comentador deste "post" o António Borges é um Santo, o maior empregador privado do concelho de Alter do Chão.
Deve pagar"muito bem", abaixo do salário mínimo, que é o que ele defende para os trabalhadores de Portugal.
Por isso só o posso mandar para o caralho ao comentador e ao António Borges.

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Homens sábios avançam pelas planícies
chegam ao pé de nós e dizem Vocês são
aves de rapina Nós pequeninos ratinhos
E logo nos crescem duríssimas asas

e garras de afiadas pontas e vemo-nos
a pairar ameaças entre mar e terra A nossa
sombra alastra nas campinas sobreiros
e oliveiras É isto um pesadelo?

Acordamos suando a tactear de novo o mundo
Homens ainda mais sábios entram-nos nas searas
e dizem Vocês afinal são lobos e nós cabrinhas
Pulando de raiva andamos à volta nas clareiras

repelimos os sábios mas alguns dos nossos dizem-nos
Olhem como despontam já as vossas orelhas de lobo
E correm amedrontados a juntar-se às cabrinhas
e estas festejam-nos com almudes de vinho e leitinho

Alexandre Pinheiro Torres
O Ressentimento dum Ocidental

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

É deplorável o que o Borges disse ao Jornal de Negócios, de facto! Mas este correspondente financeiro do Le Monde em Londres (o tal que diz que nunca tinha ouvido falar do Borges, até se terem livrado dele no FMI) deve ser um jornalista económico do mais fino recorte!!! O homem foi Director do INSEAD, de Paris (que é só a mais prestigiada escola de altos estudos em administração, a nível mundial), entre 1993 e 2000; entre 2000 e 2008 foi Vice-Presidente do Goldman Sachs, em Londres; e entre 2010 e 2012 foi Director do Departamento Europeu do FMI... E o tal Marc Roche (o "jornalista" que veio cá lançar um livro sobre... o Goldman Sachs!), diz que nunca tinha ouvido falar? Tenham dó!!!

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

É deplorável o que o Borges disse ao Jornal de Negócios, de facto! Mas este correspondente financeiro do Le Monde em Londres (o tal que diz que nunca tinha ouvido falar do Borges, até se terem livrado dele no FMI) deve ser um jornalista económico do mais fino recorte!!! O homem foi Director do INSEAD, de Paris (que é só a mais prestigiada escola de altos estudos em administração, a nível mundial), entre 1993 e 2000; entre 2000 e 2008 foi Vice-Presidente do Goldman Sachs, em Londres; e entre 2010 e 2012 foi Director do Departamento Europeu do FMI... E o tal Marc Roche (o "jornalista" que veio cá lançar um livro sobre... o Goldman Sachs!), diz que nunca tinha ouvido falar? Tenham dó!!!

Tal como o comatador anterior, repito: Tenham dó. Mas quem é que é esse jornalista de pacotilha?

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

O vosso problema não é o Borges ter ganho aquele valor!
O vosso problema é esse dinhero não estar no vosso bolso!

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Vê-se mesmo que esta gente fala por norma sem saber.

Uns chamam burro a quem explica que o homem está isento de impostos relativamente ao que ganhou no FMI, como toda a gente, aliás. Como todos os que trabalham na UE ou na ONU, pe.e.

Mas quem é que burro?

Quanto ao que o homem paga em Alter, é perguntar lá na terra. Deve pagar o que toda a gente paga, com a diferença que não há nenhum agricultor lá que tenha escritórios em Lisboa e que tenha na terra engenheiros e economistas como funcionários. Se lhes paga mal é passar por lá e perguntar.

O mal desta gente que vive para dizer mal é que não conhece nada.

O Borges pode estar nos bancos do mundo que quiser a ganhar muito mais do que cá.

Pq é que saiu do FMI?

Pq não leram o público?

Nem sequer foi o problema da doença que está a vencer.

Simplesmente não concordou com a política da gaja que considerou de austeridade excessiva e demitiu-se. Se quisesse continuava lá a ganhar uma pipa de massa e sem fazer nenhum.

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

O PSD de Portalegre só esta rodeado de escumalha!Este Borges é mais um oportunista... Os desgraçados tem que se contentar com os ordenamos minimos para ele encher o cu de milhões!

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

«Simplesmente não concordou com a política da gaja que considerou de austeridade excessiva e demitiu-se.»
Será ó jumento?
Não se nota nas declarações de ambos.
Já reparou que a merda é a mesma,...!
O PS tem o Vitorino.
O PSD tem o Borges.
Vão esperando pelo "D.Sebastião" do PS e do PSD e quando acordarem já nem fome tem, morreram.

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

O António Borges está farto de fazer coisas pelo concelho de Alter do Chão, nem uma, nem quando foi presidente da assembleia municipal.

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Ó Besta, isso só demonstra a tua reles ignorância.

Lé o Público, lê o Diário Económico, lê o Expresso e lê as referências desses a outros jornais estrangeiros.

O que tens, tu e os portugueses em geral, é dor de corno, inveja...

O homem ganhou o que lhe pagaram e como funcionário do FMI não paga impostos. Ponto.

Claro que o Correio da manhã, com o seu sensacionalismo, apenas relata uma evid~encias para que os parvos e os ignorantes todos vão atrás disso.

Percebeu, seu jumento?

segunda-feira, 04 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

A cerimónia de tomada de posse do Conselho de Administração da ULSNA,E.P.E. terá lugar hoje na Sala de Conferências do Hospital Doutor José Maria Grande de Portalegre, pelas 11 horas.
Estarão presentes os Secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira, e o Conselho Directivo da ARSA, I.P (ARS do Alentejo).

Presidido pela médica Dorinda Calha (que substituiu António Guerreiro), o novo elenco responsável pela gestão das unidades de saúde no Alto Alentejo é integrado por Jorge Mendes, José Freixinho, Joaquim Araújo e António José Miranda.

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Às vezes, para perceber as políticas do Estado, é útil conhecer o percurso de alguns dos que as aplicam. Raramente os que mais nos revelam alguma coisa são os atores principais. Esses apenas dão a cara por uma determinada agenda. São as figuras secundárias que mais contam.
Não, não estou a falar de Miguel Relvas. Relvas faz apenas parte da nossa deprimente elite política. Estou a falar de um homem que nem ministro é mas que tem, na aplicação do programa deste governo, um enorme poder: dirige, de facto, o processo de privatizações e a avaliação das parcerias publico-privadas.
António Borges trabalhou para a Goldman Sachs. Apesar de não se saber ao certo o que lá fazia - o que se faz naquele grupo financeiro dedicado ao tráfico de influências nunca é muito claro -, sabe-se que o grupo teve um papel preponderante na nobre tarefa de ajudar o governo grego a aldrabar as suas contas. E sabe-se que depois de ter contribuído para a crise, tratou de colocar homens seus em lugares chave. Na verdade, eles estiveram sempre nos principais centros de decisão da Europa e do euro.
Recordo o que já escrevi no "Expresso", em Novembro de 2011: Otmar Issing foi, como membro da administração do Bundesbank e do Banco Central Europeu, um dos principais arquitetos do Euro e da política monetária europeia. É um dos mais importantes conselheiros da Goldman Sachs. Peter Sutherland, ex-procurador-geral da Irlanda, foi comissário europeu para a concorrência e teve um papel central no resgate à banca irlandesa. Até colapsar e ser nacionalizado, foi diretor não executivo do Royal Bank of Scotland. É diretor não executivo da Goldman Sachs. Mario Draghi é presidente do Banco Central Europeu. Antes de regressar ao Banco de Itália foi, entre 2002 e 2005, vice-presidente da Goldman Sachs. Mario Monti é o primeiro-ministro não eleito de Itália. Foi conselheiro sénior da Goldman Sachs. O Banco Nacional da Grécia (privado) foi quem tratou, com a Goldman Sachs, da maquiagem das contas públicas. E à sua frente estava Petros Christodoulou, que começou a sua carreira na Goldman Sachs. Dirigiu, já depois da intervenção externa, a agência governamental da dívida pública grega. E, por fim, o nosso António Borges: até há pouco tempo, era o responsável do FMI para a Europa. Agora trata das nossas privatizações. Foi vice-presidente da Goldman Sachs.
Dirão que serei injusto se considerar que homem não tem credenciais, pata além desta respeitável instituição financeira, para tratar desta empreitada. Que Borges tem currículo. Coisa que a enorme responsabilidade que lhe foi dada no Fundo Monetário Internacional prova. O bem informado correspondente do "Le Monde" em Londres, Marc Roche, não concorda. Garante que Borges foi despedido por incompetência. E, chegado a Portugal para lançar o seu livro "O Banco - Como a Goldman Sachs dirige o Mundo" (que ainda não li), manifestou a sua estupefação por ver que era este mesmo homem que estava a tratar das privatizações.
António Borges disse, a semana passada, que "a diminuição de salários não é uma política, é uma urgência, uma emergência". Afirmou mesmo que os salários portugueses, que tiveram, nos últimos dez anos, uma perda real quase permanente, aumentaram de forma brutal e irresponsável. Isto num país onde a maioria das pessoas vive com menos de 800 euros. E quando se prevê uma perda salarial acumulada, entre 2011 e 2013, de 12,3%. Sabemos porque Borges acha que a sua opinião "não é uma política", mas uma "urgência". É assim que esta gente vende a sua agenda: tudo o que defendem é inevitável e indiscutível. Mas de onde vem esta estranha ideia de que os portugueses ganham bem? E percebemos: António Borges recebeu, em 2011, 225 mil euros livres de impostos. E era incompetente para o lugar. Imaginem se fosse bom.
(continua...)

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

(continuação...)
Se António Borges fosse ministro, como tem de ser quem realmente decide o que se vai fazer com o património público, teria muitas coisas para explicar. Primeira: o que andou a fazer numa empresa financeira que se dedica ao tráfico de influência política e que teve um papel central na crise económica internacional? Segunda: quais foram as verdadeiras razões que levaram ao seu despedimento do FMI? E porque é que, sendo mau para o FMI, há de ser bom para o Estado português. Terceira: com que autoridade alguém que teve um excelente salário (para dizer o mínimo) e dele não retirou qualquer valor para o pagamento de impostos em qualquer país, diz aos portugueses com salários miseráveis ganham demais?
Acontece que Borges não é ministro. Está por isso livre do escrutínio político, como o governo quer que estejam as privatizações. É só um homem de negócios. E está a tratar de fazê-los (ou de interferir neles, como se cheira no caso da CIMPOR) com o que a nós todos pertence. António Borges não tem culpa. Foi apenas mais um português despedido do seu emprego (não consta que tenha sido por extinção do posto de trabalho). E, seguindo o conselho de Passos Coelho, viu o seu desemprego como uma oportunidade.

Daniel Oliveira
In:Expresso

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Maças podres
O parlamento português converteu-se no maior antro de tráfico de influências do país. São muitos os deputados que utilizam o cargo público para fins privados, ao serviço das empresas com que colaboram. Os conflitos de interesses são uma constante. Na comissão de acompanhamento do programa de assistência financeira ao estado português, têm assento deputados com interesses na Banca, na EDP e nos principais grupos beneficiários das medidas do programa que deveriam fiscalizar. Na agricultura, há parlamentares que tutelam a actividade do ministério que atribui subsídios às empresas de que eles próprios são gerentes. Até a comissão de avaliação das parcerias público-privadas incorpora deputados ligados ao sector imobiliário, parceiros de sector dos concessionários das PPP. A promiscuidade é generalizada, os negócios privados são o quotidiano da actividade parlamentar. Os campeões desta falta de vergonha são os advogados das grandes sociedades, que utilizam o parlamento como filial dos seus escritórios, consumindo a maior parte do seu tempo a resolver assuntos dos seus clientes. Por vezes, a sala das sessões mais parece um escritório de advogados ‘open space’.

De cada vez que alguém denuncia publicamente estas negociatas, logo se levanta um enorme coro de protestos. Em primeiro lugar, dos visados, que vêm defender que são tão sérios, que nem os conflitos de interesses os impedem de defender o povo. Não é crível. Pois, se assim fosse, esses deputados teriam forma fácil de o provar: promoviam a imediata suspensão dos pagamentos das PPP, reduziam drasticamente as rendas pagas à EDP, limitavam os privilégios atribuídos ao sector financeiro. E o povo agradeceria!

Um segundo tipo de lamúrias vem dos restantes deputados. Alegam que nem todos são vigaristas e portanto haveria que identificar apenas os culpados. Tentam desta forma generalizar a ideia de que todos são sérios.

Além de inverosímil, esta defesa parlamentar corporativa é perversa. Não combatendo o problema, contribui para a progressiva degradação da Assembleia da República. Não esqueçam, senhores deputados, que quando se misturam maçãs podres com maçãs boas, nunca são as podres que ficam boas…

Paulo Morais
no: Correio da Manhã

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Que pensará disto tudo o nosso Pedro Borges? Se calhar até lhe passou a tusa com toda esta ladroagem.
Este outro Borges é natural que ganhe muito e não pague impostos. Pois se nós pagamos ao FMI milhões de euros pelo empréstimo, para que é que o FMI necessta de roubar o Borges - um homem imprencendivel dentro da quadrilha?
Porra voltemos ao principio:
...
Deve-se mandar tão ilustre sumidade quando vier a Alter à coudelaria de Alter para ser montado por um garanhão.
...
Até podemos aproveitar o nosso Borges para substituir o garanhão!

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Tão e o velho, mas canzarrão do Vitor Bucho, que p.... uma p... fina (como é conhecida pela maioria das voluntárias que, voluntariamente/idiotamente trabalham naquela choldra) para a pôr à cabeça de um projecto nacional contra a violência doméstica na nossa cidade, remunerada a peso de ouro, quando muitas famílias de Portalegre já não tem que comer e passam fome.Onde pára o respeito, meus amigos??? Porquê esta perseguição contra Sócrates, Relvas, Mata Cáceres e Borges, se até os pequenos fazem poucas vergonhas destas, meus amigos?

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Um burro coberto de ouro será sempre um burro

«Em nome da Selecção entrego-lhe esta camisola e convidamos você para ir assistir a um jogo, tá?»

Cristiano Ronaldo dirigindo-se ao Presidente da República

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Burro???
Se o rapaz quiser não precisa fazer mais ponta de corno até ao fim dos seus dias, bastando-lhe viver dos rendimentos!

Burro é quem trabalha todos os dias a troco de pouco mais que o que compre comida!

O moço apenas não sabe falar...como a maioria dos jogadores de futebol!!

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

http://noticiasnortealentejo.blogspot.pt/

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Este grande filho da puta do António Borges é um verdadeiro borgesso...

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

entao o socrates?
alguma vez tinha competencia para
governar o pais?
se estamos na lama podemos-lhe
agradecer foi so esbanjar dinheiro
agora o povinho que pague a fatura
com juros!!!!!!

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Joana Rosa de Lima disse...

O governo pede-nos sacrificios mas depois existem estes bons exemplos no governo...
*Lista de 29 assessores / adjuntos de Ministérios, todos de idade inferior a 30 anos, havendo 14 "especialistas" com idades entre os 24 e os 25 anos.*

*MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL (2)

Cargo: Assessora
Nome: Ana Miguel Marques Neves dos Santos
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.069,33 €

Cargo: Adjunto
Nome: João Miguel Saraiva Annes
Idade:28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.183,63 €

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS (1)

Cargo: Adjunto
Nome: Filipe Fernandes
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.633,82 €

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS (4)

Cargo: Adjunto
Nome: Carlos Correia de Oliveira Vaz de Almeida
Idade: 26 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.069,33 €

Cargo: Assessor
Nome: Bruno Miguel Ribeiro Escada
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.854 €

Cargo: Assessor
Nome: Filipe Gil França Abreu
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.854 €

Cargo: Adjunto
Nome: Nelson Rodrigo Rocha Gomes
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA (2)

Cargo: Assessor
Nome: Jorge Afonso Moutinho Garcez Nogueira
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Assessor
Nome: André Manuel Santos Rodrigues Barbosa
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.364,50 €

MINISTRO ADJUNTO E DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES (5)

Cargo: Especialista
Nome: Diogo Rolo Mendonça Noivo
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Adjunto
Nome: Ademar Vala Marques
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: Tatiana Filipa Abreu Lopes Canas da Silva Canas
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: Rita Ferreira Roquete Teles Branco Chaves
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: André Tiago Pardal da Silva
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

MINISTÉRIO DA ECONOMIA (8)

Cargo: Adjunta
Nome: Cláudia de Moura Alves Saavedra Pinto
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Tiago Lebres Moutinho
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: João Miguel Cristóvão Baptista
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Tiago José de Oliveira Bolhão Páscoa
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: André Filipe Abreu Regateiro
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Ana da Conceição Gracias Duarte
Idade: 25 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: David Emanuel de Carvalho Figueiredo Martins
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: João Miguel Folgado Verol Marques
Idade: 24 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA (3)

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Joana Maria Enes da Silva Malheiro Novo
Idade: 25 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Antero Silva
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: Tiago de Melo Sousa Martins Cartaxo
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

MINISTÉRIO DA SAÚDE (1)

Cargo: Adjunto
Nome: Tiago Menezes Moutinho Macieirinha
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,37 €

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DA CIÊNCIA (2)

Cargo: Assessoria Técnica
Nome: Ana Isabel Barreira de Figueiredo
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.198,80 €

Cargo: Assessor
Nome: Ricardo Morgado
Idade: 24 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.505,46 €

SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA (1)

Cargo: Colaboradora/Especialista
Nome: Filipa Martins
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.950,00 €*

Toca a partilhar no facebook... para não nos comerem por parvos!

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

VAMOS LÁ DESANUVIAR, ENTÃO Á PUTAS NOVAS NA CIDADE?EU KERO É FORNICAR O MUNDO ACABA DEPRESSA,TÁ TUDO LIGANDO NA POLITIKA E NAM FAZ AMORE...........

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Bora... Bora...tu kere fornicare comigho????????????????????????

terça-feira, 05 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

O dr. António Borges é um senhor de meia idade, cabelos ruivos e ralos, carregado de currículo, de patronímicos virtuosos e de tarefas cintilantes. Onde há funções que exijam perícia e frieza, lá está ele a preenchê-las com zelo e vultosas compensações. Em matéria de números, estratégias de lucro, prospectivas financeiras, mercados e juros, o dr. Borges sabe-a toda. Um jornalista de Le Monde, que o estudou, fala de mistério e de oclusão, num livro que está aí, cujo título, O Banco - Como o Goldman Sachs Dirige o Mundo, e cujo conteúdo é demasiado perturbador para que o ignoremos.

Sobre todos estes tranquilos predicados, o dr. Borges é cristão, formal e brunido, conselheiro do Governo para as privatizações, dedicando-se, claro!, a outros biscates. Em 2011 arrecadou 225 mil euros, fora o que escorre, isentos de impostos. Pois o dr., em declarações a um jornal, foi veemente e irretorquível, na defesa da redução de ordenados. Disse, entre outras pérolas cristãs e compassivas: "A diminuição de salários, em Portugal, não é uma política, é uma urgência e uma emergência." Apesar da "miséria moral" em que vivemos [Francisco Pinto Balsemão dixit], as ditosas frases não caíram no vazio. Um vendaval de protestos e de indignações cobriu-o e à desvergonha das afirmações. O coro estendeu-se. A bojarda foi execrada por gente do PSD e do CDS, não muita, diga-se de passagem, mesmo assim...

Sorridente e na aparência são, o dr. Pedro Passos Coelho apoiou, com límpido silêncio, as declarações do dr. Borges. Loquaz foi, isso sim, com os procônsules da troika que, entre outras exigências, prescrevem o afastamento dos sindicatos de negociações e uma maior flexibilização das leis do trabalho. Dias antes, no jantar do Conselho Europeu, o governante português, "contrariando Monti, Hollande, Rajoy, Juncker, o FMI e a OCDE, entre muitos outros líderes e instituições, apoiou Angela Merkel contra as euro-obrigações", escreveu (DN, 25 de Maio, pp) o prof. Viriato Soromenho-Marques. Este, com a habitual lucidez, acrescentou: "O escândalo racional da chanceler alemã é, assim, apoiado pelo mistério irracional do comportamento do primeiro-ministro português. A lógica da subserviência tem, na decência, o seu limite moral, e no interesse nacional o seu absoluto limite político. Passos está a rasgar todos os limites."

A situação não é, apenas, política; é, também, moral, como diz o articulista. A história, para muitos de nós, continua a ser uma memória de facínoras, com as linhas de sustentabilidade mantidas por vastos interesses e por jornalistas e comentadores estipendiados. A comunicação de sentido, ao público, é propositadamente ambígua, a fim de salvar as aparências. Esta gente que dirige o País não se recomenda pela decência e pela integridade. É uma "miséria moral".

BB
DN

quarta-feira, 06 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Jaime Estorninho o último Governador Civil do distrito de Portalegre, é o convidado na edição desta semana do "Ponto de Vista" da Rádio ELVAS. Hoje, quarta-feira, dia 6 d ejunho, às 21 horas, na quinta-feira, 7 de junho, às 17 horas e no sábado, 9 de junho, às 11 da manhã.

Antes disso foi trabalhador rural, trabalhou na indústria hoteleira, foi agente da PSP, aspirante finanças, bancário, e desempenhou vários cargos políticos de eleição e nomeação, entre elas como presidente da C.M. do Gavião.

Durante 6 anos foi Governador Civil, onde teve vários desafios, entre a redução da sinistralidade, redução da área ardida e redução do défice, todos eles conseguidos, de acordo com Jaime Estorninho.

quarta-feira, 06 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Pedro Borges: faz um favorzito a este teu amigo...
...enraba-me bem esse cabrão desse António Borges antes que ele nos enrabe a todos nós!

quarta-feira, 06 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

O BORGES ANDOU A FODER COM UMA GAJA DO CICLO QUE ENCORNOU O MARIDO

quarta-feira, 06 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

A seca adegas foi apanhada a foder no Aldi viva as putas e os cabroes mais um

quarta-feira, 06 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

É mae ou a filha? porra sao ca duas vacas

quinta-feira, 07 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Neste imenso aquário cheio de predadores oportunistas em que o nosso pobre país está transformado há uma espécie que revelou uma capacidade notável para a sobrevivência e multiplicação, são os chamados limpa-fundos que se especializara em comer a caca dos outros. O seu sucesso tem sido tão grande que têm desenvolvido uma nova ideologia, não tem nada que ver com o neo-linberalismo, odeia o comunismo ou a social-democracia e tenta conviver o melhor possível com a democracia cristã, o lambe peidismo nacional.

Entre os seus icons estão merceeiros bem sucedidos, falsos vice-presidentes da Goldman Sachs que depois de despedidos do banco e do FMI ganham uma pequena fortuna sem que ninguém perceba muito bem qual é o seu trabalho, enfim, se o gabinete fosse ali para os lados do Conde Redondo seria mais fácil de perceber. Uma das maiores manifestações colectivas de lambe peidas foi quando o merceeiro holandês decidiu provocar os trabalhadores portugueses oferecendo 50% de descontos no dia 1.º de Maio.

Os nosso lambe peidos nem se lembraram que a guerra do merceeiro não era com a CGTP, como se sabe a CGTP é uma central sindical e ainda não explora o negócio das mercearias, a guerra era com outro icon dos nossos lambe peidos, o empresário Belmiro de Azevedo, pai de outro icon dos nossos ideólogos intestinais, assim como um velho amigo de Belmiro e companhia nas lides da PT, o agora banqueiro inglês. Os nossos lambe peidas comportaram-se como os tais limpa-fundos e não resistiram a comer a caca mal ela saiu do traseiro do merceeiro e nem se lembraram que estavam a apoiar um golpe baixo contra o Belmiro.

É por isso que nenhum destes lambe peidas voltou a aparecer em defesa do merceeiro holandês, apesar de o Pingo Doce ter lançado mais campanhas de grandes descontos, a última das quais está a decorrer hoje. Mais uma vez o merceeiro holandês usou uma táctica de guerrilha e em vez de fazer possibilidade usou os jornalistas amigos para lançarem a grande notícia, que o bondoso patrão do António Barreto dava descontos de 50% nos produtos nacionais nos dias de Corpo de Deus e no Dia de Portugal.

É estranho que desta vez os lambe peidas não tenham vindo a elogiar o merceeiro porque depois de ter enfrentado Marx foi mais longe e enfrentou Deus, ou porque foi brilhante a ideia dos descontos nos produtos tuga. Algum mais atrevido até poderia ter sugerido que o merceeiro desse um desconto no lombo de porco se a selecção do Paulo Bento vencesse a Alemanha. Mas não, desta vez os lambe peidas ficaram caladinhos, talvez porque lhes tenha corrido mal a digestão da última vez que comeram os petiscos intestinais do Soares dos Santos. Fizeram bem, pois o merceeiro holandês é um vcelho sabido e os descontos nos produtos lusos aplicam-se apenas a algumas marcas, pouco mais do que à água do Luso.

Ou talvez se estejam a guardar para lamber a peida do Paulo Bento se este vencer a Alemanha, vão descobrir aí mais um motivo para acreditarmos que 2012 é o ano da mudança, que no segundo semestre já há crescimento e criação de emprego e que em 2013 vamos ter uma manifestação de investidores junto à fronteira de Badajoz apelando ao Gaspar para que vá ao mercado pois estão ansiosos por nos emprestar dinheiro ao preço da uva mijona. Até lá vamos lendo as crónicas dos lambe peidas nos nossos jornais, pois os amigos do Relvas adoram ter lambe peidas a escrever nos seus jornais.

quinta-feira, 07 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Flores jornal fonte nova era um grande cornudo,o irmão da tipografia,está desemprego é outro cornudo,a gaja é boa como milho com aquelas mini saias é obra que se farta!

quinta-feira, 07 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

deixem-se de merdas...portalegre está de luto...2 vidas se perderam de forma tragica,e por aqui é o reino da má lingua.vale a pena tanto veneno?a vossa vida acabará tb um dia.vivam o melhor que consigam sem criticas ao proximo.

quinta-feira, 07 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Meus amigos, por favor, eu estou-me cagando para os Borges, só quero que me digam como é que posso dar uma berlaitada à Seca Adegas. Obrigado

quinta-feira, 07 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Lamento o sucedido em Marrocos mas gostaria de chamamr a atenção para os frequentadores deste magnifico blog.
É necessária muita cautela nestas aventuras mal programadas. O deserto é muito perigoso e admira-me como o Carlos e António Ramos se meteram nisso.

quinta-feira, 07 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

tambem lamento a perda de duas vidas , mas a historia nao me convencem ..

esta muito mal contado..

quinta-feira, 07 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Então a Bolinha Carla dos Bombeiros tem o carro avariado? Se calhar meteu-se por algum caminho torto e pronto. Lá terá o amante que fazer mais uns biscates para pagar esta avaria. É mesmo um tanso!!

sexta-feira, 08 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

ai R.,a tua vida era boa...larga a gaja,que ela quer é quem a sustente...larga-a antes que ela estrague ainda mais a tua vida.quem te avisa teu amigo é.

sexta-feira, 08 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Um bom salário é um salário baixo

Há cinco anos e meio, o então ministro da Economia Manuel Pinho chocou o País quando, numa viagem à China, apresentou os relativos baixos salários portugueses como uma vantagem comparativa de Portugal. Caiu o Carmo e a Trindade. Houve quem sublinhasse, e bem, o ridículo de tentar impressionar os chineses com os baixos salários, mas mais relevante para este artigo foram as reacções indignadas contra a aposta nos baixos salários por parte dos partidos de direita.

"São declarações de uma infelicidade extrema e com carácter terceiro-mundista. Penso que só os países do terceiro mundo podem apresentar vantagens competitivas baseadas em baixos salários", disse então o deputado do PSD, Miguel Frasquilho. Em nome do CDS, Diogo Feio lamentou que Portugal fosse apresentado "como uma espécie de paraíso da União Europeia pelo preço da mão-de-obra", realçando que "o factor essencial da competitividade de uma economia não deve ser o preço da mão-de-obra".

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, e agora a vontade é mesmo recuperar a competitividade através da redução dos custos com o trabalho. A troika assume-o e o ministro das Finanças esta semana também não o escondeu: "A economia portuguesa precisa de ajustar e esse ajustamento depende de uma evolução favorável dos custos unitários do trabalho que permita ganhar competitividade relativamente aos nossos parceiros. Esse processo é inevitável".

O primeiro-ministro tem sido mais contido. Também esta semana Passos Coelho afiançou que "não é política do Governo apostar em nenhuma desvalorização adicional dos salários portugueses. E, portanto, o Governo não está a preparar baixas dos salários em Portugal", disse na sequências das declarações do seu conselheiro António Borges.

Será mesmo assim? Vamos aos factos: no último ano, Passos Coelho reduziu em 20% os salários dos funcionários públicos e as pensões acima de 1.000 euros; baixou a remuneração paga nas horas extraordinárias; cortou nas indemnizações por despedimento; reduziu o subsídio de desemprego (forçando, assim, os desempregados a aceitar salários mais baixos); reduziu dias de férias e feriados, aumentando o número de dias de trabalho para o mesmo rendimento; e prepara-se para limitar as portarias que estendem a todos os trabalhadores de um mesmo sector direitos e actualizações salariais negociados em contratação colectiva.

A esta longa lista junta-se uma das mais relevantes medidas do pacote Impulso Jovem, anunciado na quarta-feira: as empresas que queiram aproveitar ao máximo o apoio do Estado devem pagar um salário bruto de 820 euros (670 euros líquidos). Neste caso, o Estado suporta 21% da remuneração. Se a empresa pagar 1.000 euros, o Estado só financia 17,5%.

Fica mal a um primeiro-ministro que disse ao seu povo que "só vamos sair desta situação empobrecendo" não assumir agora que a redução de salários é um instrumento central do programa de ajustamento para devolver, no curto e médio prazo, competitividade à economia portuguesa. Afinal, de contas é justo que os portugueses conheçam o caminho que estão a trilhar e que percebam que os bons salários que Pinho "vendia" aos empresários chineses vão melhorar ainda mais.

Manuel Esteves
Jornal de Negócios

sexta-feira, 08 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Para quê andar com guerras e brigas parvas falar mal daquele e do outro , fulano tal fulano x ..... Se tudo se acaba de um momento para o outro. no nosso dia a dia nem nos apercebemos o que temos de bom.....estamos sempre a pensar no amanhã, uns fazem milhoes e mais milhoes outros passam correr de um lado para o outro e depois de repente acaba tudo e não disfrutamos nada...........é muito triste Estou em estado de choque. Ainda não estou a acreditar.
descansem em paz

sexta-feira, 08 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

então quando conhecemos aquela gaja que está com um taxo na SS e que encornou o marido dias depois de se ter disvorciado? venha de lá o nome da titia>>>>>>>

sábado, 09 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

A trama está urdida

O ministro sombra António Borges deu o pontapé de saída: "a diminuição dos salários é uma urgência". E, como qualquer urgência, não pode esperar. Tem de ser já e em força.

O ministro da Economia corroborou a ideia e adiantou estar já "a ser equacionada" a sua concretização. Formalmente referiu-se à baixa da Taxa Social Única (TSU) para empresas que contratem jovens trabalhadores com menos de 25 anos e com salário mínimo. Mas esclareceu que a redução da TSU se reduzirá à medida que o salário aumentar. Ou seja, para continuarem a beneficiar dessa redução as empresas não podem aumentar os salários baixos. E como entretanto se facilitou o despedimento individual e baixaram as indemnizações por despedimento, o roteiro do filme é linear: não se trata de criar mais emprego, mas de substituir trabalhadores por outros com salários mais baixos.

O ministro das Finanças apadrinhou. Segundo ele o Governo não terá uma visão de futuro baseada em baixos salários, "mas para chegarmos a esse futuro"… tem de ser.

E a troika coordenou: "são urgentemente necessárias medidas que permitam às empresas maior flexibilidade para ajustarem os custos do trabalho".

Embora negada pelo primeiro-ministro (manter aparências a isso obriga pois os ministros esquecerem que "o silêncio é de ouro"), está urdida a trama para uma maior redução dos salários. A perspectiva do Governo é o modelo de baixos salários, responsável pelo medíocre desempenho económico que temos. Ignorando acintosamente que qualquer análise objectiva prova que a nossa economia não tem um problema de competitividade pelos custos salariais.

Ideologicamente, para o Governo e a troika tem de ser assim. Só a mobilização dos trabalhadores pode impedir a concretização dessa tecedura.

Octávio Teixeira
In: Jornal de Negócios

sábado, 09 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

pessoal de arronches conhecem a Anabela mirrado?
o que acham de tal figura?

terça-feira, 12 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Trabalho fora de Portalegre. Mas pergunto aos que sabem! O que estaria a fazer a Bolinha dos Bombeiros numa carrinha, num dia da semana passada, fora da cidade, dentro das horas de trabalho? De facto a carrinha deve ser um pouco mais espaçosa, para a sua prática. O amante não era, pois tinha-me cruzado com ele dentro do Hospital, onde trabalha. Estaria ela tentando arranjar alguns Euros para pagar a reparação do seu carro? O local era um pouco duvidoso!

domingo, 17 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

a ana bela mirrado anda a comer um gajo casado deve ser para pagar as dividas esta entalada ate ao pescoço

domingo, 17 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

qual deles?o da urra ou o de arronches?

domingo, 17 junho, 2012  
Anonymous Enfº disse...

FINALMENTE!!!

O merdas do Ceia, que tanto prejudicou os colegas.
O mentiroso que menos postura
teve para o cargo que desempenhou
finalmente saltou do poleiro!

Esperemos que nunca mais volte!

domingo, 24 junho, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Esta gente cada vez está mais perdida. Tratem de cuidar das suas vidas e caguem na dos outros. Não me poupem não. Só sabem dizer mal e quês.. linguarudos de merda!
Estou mesmo a ver que quando o senhor passa por vocês é só sorrisinhos e "como está o senhor doutor?" A SÉRIO vale a pena? cambada de velhos intriguistas!
Ainda dizem que as novas gerações não tem maneiras, podera, com exemplos destes é díficil! Estamos a caminhar para o abismo.. Moderem a língua e o tento na cabeça! Beijos a todos

sexta-feira, 12 outubro, 2012  

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