quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

PUTA QUE OS PARIU!

O livro de que o Portugal de hoje precisava, a longamente esperada biografia de Luiz Pacheco, por João Pedro George.
Não serão assim tantos a recordar o escritor e editor e tudo.
Viveu mais do que a maioria de nós, cada ano espremido e gozado até ao limite?
Ou foi um proscrito por vontade própria, imune às tentações do bem estar burguês e da mediocridade de uma vida plana?
Um miserável, um excêntrico hipocondríaco, um falhado que nunca chegou a cumprir o seu desígnio maior, a mais clara ambição, ser romancista?
O pedinte, o sem abrigo - como a moralidade caridosa chama a quem decide viver, ou para isso é empurrado, na rua -, o pai de muitos de quem nunca soube cuidar, porque para ter uma "família" é preciso ceder ao impulso do conforto material, às regras sociais que ele tanto fazia por quebrar, o mau marido e péssimo gestor de vida (a linguagem tecnocrata dos nossos dias tem rótulos para estas coisas),
o rapaz traumatizado por um pai distante e uma mãe galinha, crescido entre a riqueza relativa e o abandono; o funcionário público que trabalhava num organismo do Estado Novo ligado à censura, durante anos e anos batendo a continência a homens piores do que ele, até que o grito "Puta que os pariu!" teve de impor-se, e ele se tornou aquilo que talvez ambicionasse desde que abandonara a casa onde crescer: um libertino marginal, como tantas vezes lhe perguntaram nas entrevistas da última vintena de anos, dadas ou vendidas ao sensacionalismo suave de um jornalismo cultural que procurava avidamente o seu "louco", o que se expunha, o que dizia mal, o que se estava a borrifar para as meias tintas da sociedade portuguesa e do mesquinho meio cultural português. Um libertino marginal, repete-se a pergunta? Nunca, e o ziguezague de Pacheco ao longo dos tempos, entre a aceitação da categoria maldita e a recusa, prova que era tudo folclore, fogo-de-artifício, ignorância de quem o entrevistava.
Luiz Pacheco era tudo isto, claro, mas não era. Era quem queria ter sido, e passava fome e mendigava e vivia como muito bem entendia.


































A biografia de João Pedro George não pretende chegar a conclusões, apesar de um ou outro aparte sociológico que talvez fosse desnecessário.
Mas é provável que eles apareçam por força da circunstância desta obra ter surgido a partir da escrita de uma tese de doutoramento em Sociologia - a depuração que certamente o trabalho académico sofreu na passagem para a edição comercial poderia ter ido mais longe.
Mas isto é um pormenor.
O livro de João Pedro George é exaustivo, bem escrito, obsessivo. E a admiração que o biógrafo poderia sentir pelo escritor parece a cada passo ser toldada pelo rigor da verdade - o que, neste caso, obriga a que pouco seja omitido.
Caramba, uma biografia é uma biografia, terá de ter a ambição de contar tudo.
Por isso, o fôlego deste trabalho é, e sem querer fugir ao lugar-comum nestas situações, uma pedrada no charco, uma agulha no palheiro, uma raridade absoluta.
Nada a ver com as croniquetas de rainhas e princesas que agora se tornaram moda, escritas com os pés por gente que nem o significado da palavra iliteracia conhece.
Um género nobre nos países anglo-saxónicos de que seria bom haver réplicas no nosso pobre meio editorial.
Quem era Luiz Pacheco?
Um homem que o Portugal de hoje não merece. E, para dizer a verdade, o do tempo dele também não.
O homem que diria a esta tenebrosa turba que nos governa e à mancha de mediocridade que a rodeia "Vão para a puta que os pariu!".

S.L.

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69 Comentários:

Anonymous Um Pobre Tisico disse...

Bom... eu penso que estamos perante uma obra de arte. Confesso que nunca timha ouvido falar em Luiz Pacheco mas, pela amostra junta deve tratar-se de um homem de invulgar estrotura mental.

Vou já à procura da obra biográfica referida.

quarta-feira, 04 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Bem, não conhecer Luiz Pacheco não diz nem bem nem mal si, até porque não deve ter perdido grande coisa.

Eu por acaso sei quem era Luiz Pacheco, e nestas merdas das artes à vezes fica bem tratar uns tontos como excelentes, especialmente depois de mortos. Fica bem, prontos!

Agora que o homeme não prestava, seguramente que não, mas foi "ntelectual", apesar de ser uma merda.

Eu não o quereria como amigo, como inimigo, como vizinhyo ou sequer como conhecido, mas se calahar é por eu não ser intelectual.

quarta-feira, 04 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

O MEU 25 DE ABRIL

Estou na cama de manhã e aproveito para apontar na Agenda o tempo que passa. Tinha ficado na véspera em casa a rever provas. O puto fora para o liceu. Resolvo ir à rua beber uma cerveja e continuar a revisão. Ao pé do chafariz, o barbeiro atira com esta: “então, o Marcello e o Thomaz lá foram ao ar...” Não percebo logo. Nem acredito como. Mas ele confirma: a Emissora Nacional não funciona, só o Rádio Clube Português é que dá música e de vez em quando comunicados breves. Já mais convencido, convido-o logo a festejar na tasca da Laurentina que era para onde eu ia. E depois, ainda duvidoso, vou com ele à barbearia a ver se oiço algum comunicado. Música ligeira, sem nada de marcial. Canções populares portuguesas, pouco mais. (Até a Amália, parece-me!). Mas passados minutos um comunicado do Comando das Forças Armadas. Aí, adquiro a certeza que é, deverá ser a repetição do golpe das Caldas, mas com outra amplitude. Refere que o público tem ocorrido às lojas, em tentativas de açambarcamento, e manda fechar o comércio. Aconselha a população a manter-se nas suas casas e as forças militares e militarizadas a recolherem aos quartéis e não oferecerem resistência à tropa. A coisa é grave. Parece que não há comboios e para lá de Sete Rios não se passa. Tenho algum dinheiro e resolvo logo ir ver (foi o melhor que fiz: ver para crer). Desço acelerado e vou a casa do Fernando Paços, perguntar se ele sabe alguma coisa. Se sabe não diz. Mas confirma. Acompanho-o à farmácia de Queluz Ocidental e depois (ele aconselha-me que não vá a Lisboa, pois não conseguirei passar – mas eu conheço outro sítio para entrar, ou sair, da minha terra e caminho acelerado. Muitos carros, em fuga discreta?) para cá. Em Queluz, já vejo lojas fechadas, outras a fechar à pressa e uma data de tontos a abastecerem-se para o ano todo... oiço que um tal comprou mais de cem pães.
...continua

quarta-feira, 04 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

continuação...
Rica açorda (ou negócio) deve ter feito com eles. Cafés fechados. Há comboios. Meto-me num para a Amadora, depois sigo a pé. No Bairro do Bosque (sempre o intenso movimento de carros a saírem), ainda consigo meter um copo. Não há jornais. Rostos, com as janelas fechadas, assomem entre cortinas. Tudo me dá a ideia de receio (mas em Queluz vi alguns magalas a planar, o que me deixou intrigado). Venho a pé até às portas de Benfica e o ambiente é o mesmo: fila de carros a safarem-se, comércio encerrado, mulheres com sacos de plástico cheios, tensão. Meto-me num autocarro da Carris, de Benfica para o Chile e fico-me um tanto a rir do Paços, que em Lisboa e a andar para o centro já eu vou. No Chile, só uma taberna aberta: bebo mais um copo, estou nas lonas. Animação. Um tipo ao meu lado compra 8 maços de Português Suave, também está a açambarcar ou a fumar aquilo diariamente habilita-se a um cancro nos pulmões em beleza e rápido. Aparece gente com jornais (A Capital) e sei que estão a vender para os lados do Império. Vou logo lá, sento-me num degrau e sei as primeiras notícias. Tá bem! Resolvo ir a casa do Henrique, ver se ele estará. Na Carlos Mardel, uma senhora num 1º andar pergunta-me onde vendem jornais. Digo e ofereço-lhe o meu. O marido, que vinha à rua, fica com ele e eu fico reduzido a 30$00. Começo com sede e angústias. Estou em jejum e já andei um bom bocado. Penso ainda ir ao Manaças (António) mas desde a última vez, desde a nossa última conversa, ele não me está a apetecer. E depois, o importante deve estar a acontecer na Baixa. Enfio ao Montecarlo (fechadíssimo) mas consigo topar um tipo a bater à porta da Mourisca (também fechada) e entrar. É que há gente. Vou, bato, o Costa Loiro está a forrar vidros por dentro com papel, talvez com receio dalgum obus. Peço-lhe vintes e ele despacha-me. Meto à Rua Viriato e vou até ao quartel de Santa Marta (todas as tascas fechadas até ali). Dá-me vontade de rir ver os cabeças de nabo reunidos lá dentro, a falarem uns com os outros (é que obedeceram às ordens?). Mas logo ao lado há uma tasca restaurante, porta meio aberta, com gente e muito movimento (guardas a beber, outro a telefonar para casa e sossegar a mulher (?), diz que não há azar). Bebo uma Sagres e como uma sandes. E avanço para a linha de fogo, que não sei onde é. Metros andados, ouvem-se ao longe tiros e rajadas de metralhadora. Tipos que fogem.

...continua

quarta-feira, 04 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

continuação...
Mas onde será o tiroteio? Como a coisa parou, continuo a andar. Até que encontro, já não sei onde, o Almeida Santos e um tipo que é revisor no Diário de Lisboa ou no Popular, já não sei. Metemo-nos num táxi que sobe pela Calçada do Carmo. Mas logo populares avisam (ah, entretanto, perto do Tivoli, já tinha comprado um Diário de Notícias, com mais informes) que a rua está bloqueada. O carro faz marcha-atrás e mete (por onde?) para o Bairro Alto. Bebemos não sei o quê numa tasca, o revisor vai à vida, o Almeida Santos pira-se e eu avanço para os lados do Carmo. Na Rua da Misericórdia, muita gente, tropa e um tanque de respeito. Da janela da Redacção da República, o Vítor Direito e o Afonso Praça (aquele grita-me: “estás muito bonito hoje!”, eu levava o sujíssimo albornoz que me deu o Artur), noutra varanda o Álvaro Belo Marques, a quem pergunto: “como é que se entra para aí?”, porque a porta da escada da República está fechada. “Vai pelas traseiras!”. Vou mas também está fechada e logo à esquina aparece um vendedor com a última da República. É um verdadeiro assalto. Aí fico a saber dos chefes (Costa Gomes e Spínola) e o alvoroço é enorme. Já não sei bem: se vim ao Rossio, se de repente notei uma grande correria para o Terreiro do Paço. Sem perceber nada do que se passa, sigo a onda. No Terreiro do Paço, começa a chover. Há correrias e encontro uma rapariga que me conhece muito bem mas não topo logo. É a Maria João, a engenheira química, amiga do Henrique, com outro rapaz. Ficámos abrigados da chuva debaixo das arcadas, depois convenço-os a irem beber um copo ao Terreiro do Trigo (Campo das Cebolas?), não sei já se estava aberto se não. Ela tem o carro no Camões e para aí vamos. Mas o Chiado está cheio de gente, que quer assaltar a Pide. Já não sei se ouvi tiros. Vi ainda as (uma?) ambulâncias, depois quase à porta da Brasileira um rapaz ou homem com a mão cheia de sangue (seco?), que tinha agarrado num rapaz ou rapariga. Começam a chegar fuzileiros, há mais correrias, a Maria João e o rapaz perderam-se de mim. Cheira-me que já chega. Agarro um táxi e arranco para casa da São. Pela TV vi depois o resto. Foi bonito e foi rápido. Já posso morrer mais descansadinho.

Luiz Pacheco

quarta-feira, 04 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Ó Dora tens que ser descontada no ordenado,não estás a cumprir a tua missão,já aqui está a " Carta" outra vez!

quarta-feira, 04 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

OH Malta da Câmara da Arronches vale a pena fazermos greve todos os dias.Bora a fazer greve.

quarta-feira, 04 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Pras contas essa malta da Câmara da arronches anda tudo enjoado,cagaram-se todos com as bolachas que o Juscelino presidente da Esperança ofereceu no almoço dos idosos,as bolachas estavam fora da validade á um (1)ano,ena granda presidenta.

quarta-feira, 04 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

ganda bronca

quarta-feira, 04 janeiro, 2012  
Anonymous JM disse...

Amo-te Susana cada vez mais ,estou farto de estar na casa dos meus pais , alem disso eles já estão a ficar com muita idade e eu qualquer dia fico sozinho , só penso em ti ,não consigo aprender a gostar de mais ninguem,quase não te tenho visto onde andas ?Continuas a trabalhar na CMA ,mas estas quase a acabar o contrato .Olha O Joaõzinho esta cada vez mais engraçado e parabens já soube que teve umas exelentes notas .Parabens tambem para ti és uma exelente mulher e és como o vinho do porto quanto mais velho melhor adoro te adoro -te .

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Cá está o fedorento do bácoro de Arronches novamente a atirar-se a alguem que odeia. Basa daqui e lava-te por fora mas também por dentro seu javardo e desocupa espaço que deve servir para assuntos de interesses de Portalegre.

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Cá está o fedorento do bácoro de Arronches novamente a atirar-se a alguem que odeia. Basa daqui e lava-te por fora mas também por dentro seu javardo e desocupa espaço que deve servir para assuntos de interesses de Portalegre.

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Hije de manhã fuiao centro de saude e diziase la por baicho que anda por uma empregada a limpar as carteiras aos colegas. Porra!

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous O ANARCA disse...

Andam por aí umas virgens ofendidas(putas e paneleiros do altar mor da nossa sé)com as eleições da irmandade da s.c.m.p., para eles: vão para a puta que vos pariu!

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Santos da Costa disse...

Pobre cidade a nossa entregue a vigaristas de políticos de meia tigela,que querem poder para se servir.Vão todos como disse o Pacheco para a PUTA QUE VOS PARIU!

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Visitem "O Lagoia" em http://lagoia.wordpress.com/

Antes de ser Troikados já fomos enganados.

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

então a gaja demitiu-se? é verdade?

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

É verdade a Margarida Curinha demitiu-se da santa casa. PUTA QUE A PARIU

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Não valia a pena ter medo de represálias estes não são da laia daqueles que ela tava habituada.

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Ela lá sabe porquê, talvez venha dar razão aos que diziam que havia muitas irregularidades. E que o caso dela era um.

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Vou fazer uma proposta: Vamos todos recusar fazer compras no pingo doce.

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Não sei o que se passa mas hoje de manhã uma funcionária da secretaria que se chama Francisca foi á porta da Santa Casa entregar ao Curinha papéis em mão , eu vi , o que acho estranho é que se ele ainda é mesário até que a nova direcção tome posse porquê é que não entrou , será que já andam a esconder as vigarices?

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Essa é uma das vadias que ele anda a papar a outra chama-se Teresa

quinta-feira, 05 janeiro, 2012  
Anonymous Cara de Cu disse...

cairam-me os colhões aos pés. atão se calhar essa teresa é a da secretaria. grande cabrão.

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Alavancado disse...

tou aqui tou a rapar da sarde e correr todos essses filhos da puta á enrabadela. comesso pelo Mané Matos Rosa.

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

PUTA QUE OS PARIU.
Isto é forte não podemos esquecer que estamos a falar da Mãe de alguém.
Que de certo não deve ter culpa do que o seu filho/a anda a fazer.
Pode até já ter ido desta para melhor.
VAMOS RESPEITAR A MÃE DE CADA UM PARA QUE RESPEITEM A NOSSA.

UM BEIJO GRANDE PARA TODAS AS MÃES.

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

nome: pedro passos coelho
morada: rua da milharada - massamá
data de nascimento: 24 de julho de 1964
formação académica: licenciatura em economia - universidade lusíada
(concluída em 2001, com 37 anos de idade)

percurso profissional: até 2004, apenas actividade partidária na jsd e psd;
a partir de 2004 (com 40 anos de idade) passou a desempenhar vários cargos
em empresas do amigo e companheiro de partido, engº Ângelo correia,
de quem foi diligente e dedicado 'moço-de-fretes',
tais como:

(2007-2009) administrador executivo da fomentinvest, sgps, sa;
(2007-2009) presidente da hlc tejo,sa;
(2007-2009) administrador executivo da fomentinvest;
(2007-2009) administrador não executivo da ecoambiente,sa;
(2005-2009) presidente da ribtejo, sa;
(2005-2007) administrador não executivo da tecnidata sgps;
(2005-2007) administrador não executivo da adtech, sa;
(2004-2006) director financeiro da fomentinvest,sgps,sa;
(2004-2009) administrador delegado da tejo ambiente, sa;
(2004-2006) administrador financeiro da hlc tejo,sa.

este é o "magnífico" cv do homem que 'teoricamente' governa este país! um homem que
nunca soube o que era trabalhar até aos 37 anos de idade! um homem que,
mesmo sem ocupação profissional, só conseguiu terminar a licenciatura
(numa universidade privada...) com 37 anos de idade!
mais: um homem que, mesmo sem experiência de vida e de trabalho, conseguiu logo
obter emprego como administrador... em empresas de Ângelo correia, "barão" do
psd e seu tutor e patrão político!... e que nesse universo continua a exercer funções!...

É este o homem que fala de "esfor*****vida e de "mÉrito"!
É este o homem que pretende dar liÇÕes de vida a milhares de trabalhadores
deste paÍs que nunca chegarÃo a administradores de empresa alguma, mas que
labutam arduamente hÁ muitos e muitos anos nas suas empresas, ganhando ordenados de misÉria!

É este o homem que, em tom moralista, fala de "boys" e de "compadrios", logo
ele que, como se comprova, nÃo precisou de "favores" de ninguÉm... para arranjar emprego!...
edificante... nÃo É?...
diga lÁ... dava emprego (que nÃo fosse o de 'moÇo-de-recados') a alguÉm com esta 'folha de serviÇos'?
pois É...
assim, portugal bem vai depressa para o 'guano'!...

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Fez uma coisa boa livrou-nos do pseudo enginheiro sócrates.

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Prof de Português disse...

Estamos a falar da Mão de alguém.

Esclareço:

Filho da puta é adjunto adnominal quamdo a frase for - «Conheci um filho da puta».

Se a frase for - «O politico é um filho da puta», aí é predicativo.

Contudo se a frase for - «Esse filho da puta é um politico», é sujeito.

Mas se o gajo aponta uma arma aos cornos do politico e diz - «Agora nega o roubo filho da puta», aí é vocativo.

Finalmente se a frase for - «O ex-ministro, aquele filho da puta, arruinou o país e não só», daí é aposto.

Agora vem o mais importante para o aluno. Se estiver escrito: - «Saiu de ministro e foi viver para França e ainda se acha o salvador da Nação."
» O "filho da puta" aqui é sujeito oculto.

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

A LOIRA ANDA A LEVAR COM A MOCA DO P. BORGES

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Ó que rica açorda estas janeiras da Escola de Musica da Arronches quando a politica se mete nas instituições o resultado só pode ser pobre e triste como está a vista num vídeo propaganda que por ai circula.
Já agora só uma pergunta porque motivo a Esperança e Mosteiros não mereceram a visita de tão ilustres cantores que me conste a junta dos Mosteiros e Esperança e respetivos lares de idosos ainda não acabaram, merecíamos o mesmo tratamento mas tal não se verificou se o problema era o transporte podiam ter pedido apoio á junta de freguesia.

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

http://sobreaponte.blogspot.com/2012/01/o-mais-importante-de-uma-organizacao-os.html

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

não podia estar mais de acordo com o professor de português .


os meus comprimentos .

estao de parabéns os professores hoje .

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

E este maluquinho que não emigra

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

a esse cabrão da carta só lhe rogo uma praga: que duas mil pixotas o enrabem numa só noite.

assinado: Borges

sexta-feira, 06 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

bombeiros de portalegre a maior merda da cidade a maior vergonha..... eu sou mulher mas sei o que digo porque sou bem formada no que digo..

sábado, 07 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Os pombos de Arronches andam mais mansos. A mulher do dono é que não pode ficar quieta. Leva o tempo a ofender nos blogues, enquanto o dono estende as cuecas da família no estendal. Ai as tarefas domésticas !
Perdeu-se mais um de avental no Parlamento da Nação.

sábado, 07 janeiro, 2012  
Anonymous J. Luis disse...

Minha prima Elsa convidou-me para ir passar o fim de ano a casa dos meus tios em Portalegre. Depois de bebermos umas taças de champanhe ao bater das doze, disse-me que havia um bar muito perto dali onde poderíamos passar o resto da noite. A pé não demoraríamos mais de cinco minutos a chegar lá. E lá fomos nós.
À porta da entrada, a receber o pessoal, estava um caga-tacos que nos informou que só poderíamos entrar se tivéssemos uma pulseira em plástico à volta do pulso pois “aquilo” naquela noite era apenas para convidados - conhecidos da gerência. E de facto as pessoas que iam entrando mostravam a tal anilha na soleira da porta e entravam por ali a dentro como cão por vinha vindimada.
Verifiquei, estupefacto, que noventa por cento do pessoal admitido eram mulheres de aspecto decente que exalavam um fedor a álcool que tresandava. “Passagem de Ano” pensei eu…
A Elsa tentou às boas convencer o caga-tacos (pelos vistos tratava-se de um sócio-gerente da baiuca) a deixar-nos entrar, pois vinha ali algumas vezes e por isso deveria ser considerada boa-cliente! Com direito a pulseira., pois claro.

Népia…

Confesso que me passou pela cabeça arrastar a manápula direita pelas trombas do porteiro e acabar de vez com aquelas sistemáticas negativas mas… minha prima trabalha em serviços públicos e seria muito chato para ela ter de prestar declarações na polícia acerca da razão de existir de um possível enorme inchaço nessas trombas do caga-tacos. Basamos dali para fora e fomo-nos divertir para um outro bar um pouco mais abaixo – por sinal um óptimo ambiente.

Entre duas imperiais bebidas sentados ao balcão a Elsa fez-me uma descrição sumaria do ambiente pútrido reinante naquele antro de erva, a cuja entrada obriga a prévia colocação de uma aninha no pulso do cliente.

Que faz a ASAE nesta cidade? E a polícia ali tão perto?
Sorte, sorte, teve-a o caga-tacos. Um hematoma no alto da cornadura não lhe ficaria nada mal para começar o ano. Penso que não perderá pela demora. É uma questão de voltar a passar uns dias de férias aqui em Portalegre desacompanhado de minha prima!

José Luis

sábado, 07 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

ja falta falarem mal dos bombeiros , e logo uma gaja , deves estar com falta de mangueira .

sábado, 07 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

a tua prima e boa ao menos .

se for então deixa-ma ca para eu me aviar , tá .


assinado caga tacos

sábado, 07 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

olha tambem quero comer a tua prima josé luiz .

deves ser primo dos toiros , para quereres bater na cornura do pessoal de Portalegre.

deves ser mesmo valente ,uh uh uh


comigo ate zurravas pelo cú acima .

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

essa gaja que fala mal dos bombeiros todos sabem quem é.


andas com falta de mangueira , mas sabes onde me encontrar,pois como tu sabes, eu consigo tira-te a fome para o mes todo .

beijos querida volta sempre com aquela lingerie que muito gosto.

e nao te esqueças de te rapares, pois da ultima vez fiquei com os pintelhos encravados nos dentes e o cabrao do dentista levou-me 120 euros pela limpeza .

porque para te montar ja fica caro e assim mais vale ir as putas .

beijocas onde tu mais gostas e guarda segredo pois o cabrao do teu marido se lhe dá o cheiro , prega-te uma sova que ficas de cama a vida toda .

P.s a conta da net ja esta disponível na tua conta .

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

tu pagas 120 euros para limpares os dentes .

barato pá .

olha a ultima vez que montei essa chavala , so a conta do medico foi mais de 400 euros .

porra a tipa ia-me dando cabo das costas , ainda parti o dedo ao abrir caminho pelo rego daquelas pernas .

nunca mais .

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

porra essa bombeira é mesmo muito bem aviada.


já vão dois , quantos mais haverá .


eu bem me parecia que o quartel e tudo menos um quartel .

nao será antes um quartel do amor .

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Agora é que o mulherio vá encher o café do Diamantino, todas às espera de o ouvirem cantar o fado, Ó JÚLIA FLORISTA.

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Ó Júlia Florista porquê ?

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Em Arronches os pombinhos correios andam muito mansos !

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

A dora escreve neste blog. Mas toda a gente sabe que as porcas Reis com a porca maior deolinda andam sempre metidas no blog. So podem ser as gordas que andam por todos os lados da Vila a dizer mal da Dora e fermelinda...... Dizem mal em cafes e onde lhes da para soltar a porca lingua. So se falou disto em arronches este fim de semana.

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Se são pombos correio têm que levar na anilha?

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous José Luis disse...

Ó senhores caga-tacos, a minha prima não presta para nada mas ao que me dizem aí prós lados do leclerc poisa por lá um monumento que racha todas as camas onde se deita e com quem se deita.

Os cagatacos, para quem não sabe, começaram as suas actividades hoteleiras com a compra de uma tasca onde naquele tempo se vendia maconha e se cambiavam pesetas. Eu tinha cerce de dez anos e meu tio qunado vinha a Lisboa não falava noutra coisa. Cresceram na vida à custa desas «mulheres» que frequentam a sua baiuca depois das três da madrogada: classe média cheia de dinheiro mas completamente destroçadas psiquicamente. Divorsiadas, encornadas, viuvas, trocadas, orfãs etc., que bebem do caro e rematam com doses cavalares de erva fornecida pelo «amigo» vasco.

Provares a minha prima? Só se trepares para cima de dois tijolos ou, em alternativa, te ajoelhares e chupatres a fruta!

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Os caga-tacos são os Gémeos da praça da republica?

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Ó Júlia florista

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

escreve muito mal o homem , com certeza.

mas a tua prima se nao presta , deixa que nos a fazemos prestar .

pode ser .

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

agora nao sabia que para comer uma gaja era preciso trepar para cima de dois tijolos ou em alternativa,se ajoelhar e chupar a fruta!


sim senhor bem dito , olha o que nao falta por aqui sao tijolos .

domingo, 08 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Penso que os cagatacos são de facto os gémeos pois na passagem de ano exigiram-me a pulseira, que custou 5 eurecos, para poder entrar. Se o Zé Luis é quem estou a pensar é jogador de ragby e quando se passa costuma defacto deixar marcas bem visiveis.

segunda-feira, 09 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Dois chulecos que aproveitam o gang do Vasco para a partir das tres da manhã venderem barris de cerveja que ninguém bebe pois acabam por ficar em cima do balcão em copos praticamente cheios. Os super ezaustores a assapar a partir daquela hora não permitem detetar o fedor a erva que anda na atmosfera. Tudo funcionárias publicas que andam a reclamar o «roubo» de dois meses de ordenado que o Passos Coelho roubou ós cagatacos.

segunda-feira, 09 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

um e jogador de ragby o outro treina karaté , então quem ganha.


esse zé luiz já levou umas bem dadas á pouco tempo ali num dos bares mais acima .


e de muita garganta mas de poucos actos , porque será.

eu adoro esses mauzoes, que na hora metem o cuzinho entre as pernas .

segunda-feira, 09 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Ao ler um escrito, que expõe ideias de mente doentia, senti-me voltar aos anos de 1945, na verdade esta personagem é muito idêntica aos ditadores da altura “hitler”, ou “ salazar”. De mente referida ,estatueta reduzida, andar arcado, pose empertigada, mentiroso, falso e mesquinho, o esqueleto perfeito para envergar a farda das “SS” ou da DGS/PIDE. Conhecendo-o bem e de á muitos anos, só tinha ganho se nunca o tivesse conhecido. Estou certo que um escarro é bem empregue em tal fócio. Em Lisboa conheci tal projeto de homem, deita para fora ódio pela liberdade, que o povo tinha conquistado, 25 de Abril era incómodo e perturbava-o muito. Desapareceu do meu horizonte, ficando mais claridade. Passados tempos soube que vai para Arronches ( onde eu nasci) e pelo que li no jornal da terra, com vontade de amordaçar e expulsar o 25 de Abril, declarando represálias a uma das suas maiores conquistas, a liberdade de expressão. A informação contida será divulgada, muitas pessoas hoje já conhecem tal figura, conterrâneos ou não ficam, não surpreendidos mas em alerta sobre a sede de ditadura desta personagem, que tal como hitler descendente de família bastante pobre, que com fome muitas vezes a vizinhança lhe tapavam tal buraco no estomago, quem diria que o” habilio” de seu nome, iria querer ser ou pelo menos imitar um desses ditadores da história da humanidade. Ainda bem que se revelou, assim o povo já o conhece.

segunda-feira, 09 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Lá vem o roto.

segunda-feira, 09 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

A dora escreve neste blog. Mas toda a gente sabe que as porcas Reis com a porca maior deolinda andam sempre metidas no blog. So podem ser as gordas que andam por todos os lados da Vila a dizer mal da Dora e fermelinda...... Dizem mal em cafes e onde lhes da para soltar a porca lingua. So se falou disto em arronches este fim de semana.

segunda-feira, 09 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Um cofre com pouco mais de 1.000 euros provenientes da cobrança de multas de trânsito durante o fim-de-semana desapareceu durante a noite do posto da GNR de Quarteira (Loulé), disse hoje à Lusa fonte da GNR de Faro.

segunda-feira, 09 janeiro, 2012  
Anonymous José Luis disse...

Treinadores de karaté? Eles são treinadores mas é de tirar dinheiro dos bolsos aos paspalhões que só conhecem aquela pocilga para fumar erva.

Armados em pacóvios vão embebedando as frustradas da vila para lhe sacar o dinheirito que tanta falta lhes faz para alimentar os filhos de tenra idade.

Mas haverá alguém com o minimo de dignidade que deixe pôr no pulso uma fita em pvc para poder entrar numa reles pocilga? E, pelo vistos, um nagalho que custou cinco euros!

Penso que no carnaval passarei por aí, pela porta da tasca, unicamente com a intenção de ver se o caga-tacos me não franqueia a porta. Juro-vos que lhe amassarei as trombas como quem amassa um bolo rei. Prome-to!

segunda-feira, 09 janeiro, 2012  
Anonymous José Luis disse...

Treinadores de karaté? Eles são treinadores mas é de tirar dinheiro dos bolsos aos paspalhões que só conhecem aquela pocilga para fumar erva.

Armados em pacóvios vão embebedando as frustradas da vila para lhe sacar o dinheirito que tanta falta lhes faz para alimentar os filhos de tenra idade.

Mas haverá alguém com o minimo de dignidade que deixe pôr no pulso uma fita em pvc para poder entrar numa reles pocilga? E, pelo vistos, um nagalho que custou cinco euros!

Penso que no carnaval passarei por aí, pela porta da tasca, unicamente com a intenção de ver se o caga-tacos me não franqueia a porta. Juro-vos que lhe amassarei as trombas como quem amassa um bolo rei. Prome-to!

segunda-feira, 09 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

vens mascarado de idiota .


estarei a tua espera , fica ja sabendo que o preço da fita se mete no carnaval .

so entra quem pagar e trás a tua santa prima.

bye bye

segunda-feira, 09 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Sócrates, Cavaco, Passos Coelho, António José Seguro e o que por aí chamam troika fizeram o nosso ano de 2011. Farão o de 2012?

José Sócrates – O que admira neste homem é ele ter chegado a chefe de um grande partido e a primeiro-ministro. Tudo o resto se explica: a ignorância, a irresponsabilidade, o autoritarismo e a noção de que a política era uma forma de teatro. Mesmo assim, ganhou a confiança de gente que devia saber mais e os portugueses só correram com ele no último momento. Irá com certeza ficar como o emblema da decadência do regime.

Cavaco – Depois de um primeiro mandato que se distinguiu pela patriótica ambição de ganhar um segundo, no fim Cavaco lá ganhou. Entretanto, para não perder um voto, evitou prevenir o país do estado em que de facto estava e da catástrofe que lhepreparavam. Continua a ser o que sempre foi: um discípulo menor de Marcelo Caetano, com uma vaguíssima inclinação para a social-democracia. Num aperto, não se pode contar com ele.

Pedro Passos Coelho – Simpático, (…), relativamente instruído e muito bom aluno, tenta cumprir o programa da troika, que de resto recebeu de fora e a situação não lhe permite alterar. Mas, no meio disto, até agora não mostrou que tinha a sombra de uma ideia própria e do destino que pretendia dar a Portugal. Alguma retórica “liberalizadora”, ainda por cima obscura e ambígua, como a do discurso de Ano Novo (ou de Natal), não chega para convencer ninguém. Os portugueses continuam brandamente a acreditar nele. Sem grande confiança.

António José Seguro – Veio do nada, não fez nada, vai voltar para o nada. Perfeito produto de uma escola partidária (no caso, a do PS), não merece mais. Hoje mesmo é difícil ouvir com atenção as vacuidades, que ele provavelmente toma por pensamento político.

Troika – Apareceram por aqui uns funcionários, que não conhecem Portugal e não falam português. Mas que, por inspiração doutrinária, já traziam a receita para nos reformar. Que o país não seja exactamente o que eles pensam, nem reaja exactamente como eles querem, nunca certamente lhes passou pela cabeça. Livros são livros e o que vem nos livros vale muito mais do que a realidade. Se as coisas se estragarem, paciência. Eles não se importam. Há no mundo outras freguesias para irem pregar. Esta é a “Europa” onde nos meteram.

Vasco Pulido Valente - Público de 31-12-201

terça-feira, 10 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

(…) No PSD e no PS, a realidade aparelhística faz com que o partido quase não tenha espaço para mais nada que não sejam as carreiras internas, as oportunidades e os interesses internos, as colocações de lugares no Estado e no privado por via do poder partidário, o qual já está numa fase quase dinástica. Toda a gente que conhece o interior do partido sabe disto, e fala disto, mas, para sobreviver, não o diz. (…)

José Pacheco Pereira – Sábado de 29-12-11

terça-feira, 10 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Não sou frequentador assíduo dos Gemeos...nem estou a tomar partido de ninguém, mas esse tal de José Luís é mesmo um tacanho de cabeça, claro que fizeram bem em não o deixar entrar, quem é que pensa que é?....um fustradozito qualquer, mais um que pensa que tem estatuto...como a grande maioria dos cromos de Portalegre ( que é só merda), o "zé Luís" pensa que por agarrares vacas e jogares rugby tens algum estatuto ? restringe-te a tua insignificancia seu bronco... e já agora vai tomar banho que cheirara merda de vaca não te dá estatuto nenhum...

sábado, 14 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

Não sou frequentador assíduo dos Gemeos...nem estou a tomar partido de ninguém, mas esse tal de José Luís é mesmo um tacanho de cabeça, claro que fizeram bem em não o deixar entrar, quem é que pensa que é?....um fustradozito qualquer, mais um que pensa que tem estatuto...como a grande maioria dos cromos de Portalegre ( que é só merda), o "zé Luís" pensa que por agarrares vacas e jogares rugby tens algum estatuto ? restringe-te a tua insignificancia seu bronco... e já agora vai tomar banho que cheirara merda de vaca não te dá estatuto nenhum...

sábado, 14 janeiro, 2012  
Anonymous Anónimo disse...

É de lamentar...Um blogue cujo nome está claramente associado à nossa cidade, seja a maior vergonha que já vi até então! Revela literalmente a qualidade da gente de Portalegre. E não é o escasso desenvolvimento da cidade que me faz ter vergonha de cá viver, é a pobreza de mentalidades que paira sobre as vossas cabeças! Poderia isto ser motivado apenas por ser mencionado aqui o nome de alguém muito próximo a mim, mas não de todo, pois o todo envolvente é igualmente pobre e degradante. É triste...

sábado, 21 janeiro, 2012  

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